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Orientador(es)
Resumo(s)
We study the existence of contagion during three different events: the 1987 Stock Market Crash, the 1997 East Asian Crisis and the 2008 Global Financial Crisis. Using a naïve approach, it can be inferred that during a crisis, the correlation between countries’ stock market returns increases - an indication of contagion. However, tests that do not consider heteroscedasticity are biased. Using two different methodologies, one based on the Vector Autoregressive (VAR) correlation heteroscedastic adjusted estimates, and another based on Dynamic Conditional Correlation (DCC) models, we find no evidence of contagion. This thesis shows that country diversification still matters even in times of crisis.
A presente tese estuda a existência de contágio em três episódios de crise históricos: o Crash Bolsista de 1987, a Crise do Este Asiático de 1997 e a Crise Financeira de 2008. Usando uma abordagem simplificada, a correlação entre os retornos do mercado de ações dos diferentes países analisados aumenta, o que aponta para a existência contágio. No entanto, testes que não tomam em consideração a heterocedasticidade dos retornos estão enviesados. Através de duas metodologias diferentes, uma primeira baseada nas estimativas de correlações, ajustadas para a existente heterocedasticidade, do modelo Autorregressivo, e uma segunda baseada em modelos de Correlações Dinâmicas Condicionais, podemos concluir que não houve contágio durante as três crises estudadas. Desta forma, podemos afirmar que, mesmo em tempos de crise, a diversificação por meio de investimento em outros países permite reduzir o risco do portfolio.
A presente tese estuda a existência de contágio em três episódios de crise históricos: o Crash Bolsista de 1987, a Crise do Este Asiático de 1997 e a Crise Financeira de 2008. Usando uma abordagem simplificada, a correlação entre os retornos do mercado de ações dos diferentes países analisados aumenta, o que aponta para a existência contágio. No entanto, testes que não tomam em consideração a heterocedasticidade dos retornos estão enviesados. Através de duas metodologias diferentes, uma primeira baseada nas estimativas de correlações, ajustadas para a existente heterocedasticidade, do modelo Autorregressivo, e uma segunda baseada em modelos de Correlações Dinâmicas Condicionais, podemos concluir que não houve contágio durante as três crises estudadas. Desta forma, podemos afirmar que, mesmo em tempos de crise, a diversificação por meio de investimento em outros países permite reduzir o risco do portfolio.
