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Authors
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Abstract(s)
Age diversity – the extent to which members of a work team show dissimilarities in their age – has been identified as a potential factor in individual well-being. We examined the extent to which age diversity affects individual-level perceptions (creativity, communication, and group identification) and, in turn, the well-being of virtual team members. The results of diversity research to date have been inconclusive in terms of the positive or negative effects of team composition on individual well-being. This paper proposes that the relationship between age diversity and each individual-level perception is moderated by the level of age stereotypes each individual holds. We further postulate that the level of age stereotypes individuals have moderates the effect of age diversity on well-being through each perception. We propose that the indirect effect is negative and stronger when age stereotypes are more pronounced. We tested our hypotheses using data from a total sample of 202 participants and a subset of this sample that included only participants younger than 29 years (n = 119). Moderation effects were found to be significant only for communication and not for creativity or group identification. For the mediator communication, moderated mediation was confirmed for both samples, whereas for creativity, the effect was significant only for the young sample and for group identification for neither sample. The implications of these results are discussed.
A diversidade etária - a medida em que os membros de uma equipa de trabalho apresentam diferenças de idade - foi identificada como um potencial fator de bem-estar individual. Examinámos até que ponto a diversidade etária afeta as percepções a nível individual (criatividade, comunicação e identificação no grupo) e, por sua vez, o bem-estar dos membros de equipas virtual. Até à data, os resultados da investigação sobre diversidade têm sido inconclusivos no que diz respeito aos efeitos positivos ou negativos da composição duma equipa no bem-estar individual. Esta dissertação propõe que a relação entre a diversidade etária e cada percepção a nível individual seja moderada pelo nível de estereótipos etários que cada indivíduo possui. Além disso, sugerimos que o efeito da diversidade etária no bem-estar através de cada mediador é moderado pelo nível de estereótipos etários que os indivíduos possuem. Propomos que o efeito indireto seja negativo e mais forte quando os estereótipos etários são mais pronunciados. Testámos as nossas hipóteses utilizando dados de uma amostra total de 202 participantes e um subconjunto desta amostra que inclui apenas participantes com menos de 29 anos (n = 119). Os efeitos de moderação foram significativos apenas para a comunicação e não para a criatividade ou identificação de grupo. Para o mediador comunicação, a mediação moderada foi confirmada para ambas as amostras, enquanto que para a criatividade o efeito foi significativo apenas para a amostra jovem e para a identificação no grupo para nenhuma das amostras. As implicações destes resultados são discutidas.
A diversidade etária - a medida em que os membros de uma equipa de trabalho apresentam diferenças de idade - foi identificada como um potencial fator de bem-estar individual. Examinámos até que ponto a diversidade etária afeta as percepções a nível individual (criatividade, comunicação e identificação no grupo) e, por sua vez, o bem-estar dos membros de equipas virtual. Até à data, os resultados da investigação sobre diversidade têm sido inconclusivos no que diz respeito aos efeitos positivos ou negativos da composição duma equipa no bem-estar individual. Esta dissertação propõe que a relação entre a diversidade etária e cada percepção a nível individual seja moderada pelo nível de estereótipos etários que cada indivíduo possui. Além disso, sugerimos que o efeito da diversidade etária no bem-estar através de cada mediador é moderado pelo nível de estereótipos etários que os indivíduos possuem. Propomos que o efeito indireto seja negativo e mais forte quando os estereótipos etários são mais pronunciados. Testámos as nossas hipóteses utilizando dados de uma amostra total de 202 participantes e um subconjunto desta amostra que inclui apenas participantes com menos de 29 anos (n = 119). Os efeitos de moderação foram significativos apenas para a comunicação e não para a criatividade ou identificação de grupo. Para o mediador comunicação, a mediação moderada foi confirmada para ambas as amostras, enquanto que para a criatividade o efeito foi significativo apenas para a amostra jovem e para a identificação no grupo para nenhuma das amostras. As implicações destes resultados são discutidas.
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Keywords
Age diversity Age stereotypes Creativity Communication Group identification Subjective well-being Virtuality Diversidade etária Estereótipos etários Criatividade Comunicação Identificação de grupo Bem-estar subjetivo Virtualidade
