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This project report investigates, through the making of the film No Azul Penumbra, how childhood, traditionally associated with innocence and purity, can be reimagined as a space of agency and self-discovery beyond heteronormative frameworks. This text explores themes of queerness, failure, and childhood, while rethinking the concept of innocence. While childhood remains a constantly evolving idea, this research argues that rethinking innocence lies in allowing multiplicity within the childhood experience, acknowledging children as bodies with agency, knowledge, and the ability to act upon the world. This project report presents childhood not as a passive state, but as an active, self-forming experience. Combining theoretical reflection with artistic practice, the project understands filmmaking itself as an act of rewriting: a way of reimagining other modes of being, belonging.
O presente relatório investiga, no seguimento da realização do filme No Azul Penumbra, de que forma a infância, tradicionalmente associada a ideias de inocência e pureza, pode ser reimaginada como um espaço de agência e autodescoberta, para além dos enquadramentos heteronormativos que a limitam. O texto explora os temas de queerness, fracasso e infância, ao mesmo tempo que repensa o conceito de inocência. Apesar da infância ser um conceito em constante transformação, esta investigação defende que repensar a ideia de inocência possibilita reconhecer a pluralidade inerente da experiência infantil, reconhecendo as crianças como corpos dotados de agência, conhecimento e capacidade de agir sobre o mundo. Este relatório de projeto apresenta infância não como um estado passivo, mas como uma experiência ativa e formadora de si própria. Ao articular reflexão teórica e prática artística, este projeto entende a prática cinematográfica como um ato de reconfiguração: uma forma de reimaginar outros modos de ser e de pertencer.
O presente relatório investiga, no seguimento da realização do filme No Azul Penumbra, de que forma a infância, tradicionalmente associada a ideias de inocência e pureza, pode ser reimaginada como um espaço de agência e autodescoberta, para além dos enquadramentos heteronormativos que a limitam. O texto explora os temas de queerness, fracasso e infância, ao mesmo tempo que repensa o conceito de inocência. Apesar da infância ser um conceito em constante transformação, esta investigação defende que repensar a ideia de inocência possibilita reconhecer a pluralidade inerente da experiência infantil, reconhecendo as crianças como corpos dotados de agência, conhecimento e capacidade de agir sobre o mundo. Este relatório de projeto apresenta infância não como um estado passivo, mas como uma experiência ativa e formadora de si própria. Ao articular reflexão teórica e prática artística, este projeto entende a prática cinematográfica como um ato de reconfiguração: uma forma de reimaginar outros modos de ser e de pertencer.
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Palavras-chave
Childhood Queerness Innocence Failure Cinema Infância Inocência Fracasso
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