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Motivation: The management consulting industry is facing increasing pressure to innovate, differentiate, and regain client trust. Open Strategy, with its emphasis on transparency and inclusion, offers a promising response to these challenges. While OS has been explored from an internal organizational perspective, its role within consulting services has received little academic attention. Methodology: This thesis investigates which dimensions of Open Strategy Consulting may lead to a competitive advantage for a consulting firm. Based on a single-case study design and a mixed-methods approach, the study combines qualitative data from 16 interviews with consultants and clients and a quantitative survey with 101 business professionals. The research is grounded in three strategic frameworks: Porter’s positioning, the resource- and knowledge-based view, and dynamic capabilities. Findings: The findings indicate that OSC contributes to a consulting firm’s competitiveness through specific strengths such as client activation, actionable, disruptive and widely accepted outputs, high customizability, and strong consultant competencies. These dimensions are often perceived as VRIN and act as differentiators as well as entry barriers for alternative consulting services. Under certain conditions the perceived usefulness of OSC also significantly increases clients’ willingness to pay. Additionally, OSC may support the development of dynamic capabilities in consulting & client firms, increasing their strategic adaptability. Implications: As such, OSC offers more than a methodological innovation and redefines how consulting value is created. For consulting firms, this represents an opportunity to differentiate, innovate, and (support) organizational transformation. Aligning OSC’s perceived benefits more closely with client expectations may further strengthen its competitive potential.
Motivação: A indústria de consultoria em gestão enfrenta crescente pressão para inovar, se diferenciar e reconquistar a confiança dos clientes. A Estratégia Aberta (Open Strategy 3 OS), com ênfase em transparência e inclusão, desponta como uma resposta promissora a esses desafios. Embora amplamente estudada sob a ótica interna das organizações, seu papel como serviço de consultoria permanece pouco explorado academicamente. Esta dissertação investiga quais dimensões da Consultoria em Estratégia Aberta (OSC) podem gerar vantagem competitiva para empresas de consultoria. Metodologia: Utilizando um estudo de caso único com abordagem de métodos mistos, foram combinadas 16 entrevistas qualitativas com consultores e clientes e uma pesquisa quantitativa com 101 profissionais. A análise se apoia em três quadros estratégicos: o posicionamento de Porter, a visão baseada em recursos e conhecimento (RBV/KBV) e as capacidades dinâmicas (DCs). Resultados: A OSC impulsiona a competitividade por meio de pontos fortes como ativação do cliente, entregas aplicáveis e disruptivas, alta personalização e competências consultivas marcantes. Essas dimensões são percebidas como VRIN e funcionam como diferenciais e barreiras à entrada. Em certos contextos, aumentam significativamente a disposição dos clientes em pagar. Além disso, a OSC pode fomentar capacidades dinâmicas tanto nas consultorias quanto nos clientes, promovendo adaptabilidade estratégica. Implicações: Mais que uma inovação metodológica, a OSC redefine a criação de valor na consultoria, oferecendo às empresas uma via concreta para diferenciação, inovação e transformação organizacional.
Motivação: A indústria de consultoria em gestão enfrenta crescente pressão para inovar, se diferenciar e reconquistar a confiança dos clientes. A Estratégia Aberta (Open Strategy 3 OS), com ênfase em transparência e inclusão, desponta como uma resposta promissora a esses desafios. Embora amplamente estudada sob a ótica interna das organizações, seu papel como serviço de consultoria permanece pouco explorado academicamente. Esta dissertação investiga quais dimensões da Consultoria em Estratégia Aberta (OSC) podem gerar vantagem competitiva para empresas de consultoria. Metodologia: Utilizando um estudo de caso único com abordagem de métodos mistos, foram combinadas 16 entrevistas qualitativas com consultores e clientes e uma pesquisa quantitativa com 101 profissionais. A análise se apoia em três quadros estratégicos: o posicionamento de Porter, a visão baseada em recursos e conhecimento (RBV/KBV) e as capacidades dinâmicas (DCs). Resultados: A OSC impulsiona a competitividade por meio de pontos fortes como ativação do cliente, entregas aplicáveis e disruptivas, alta personalização e competências consultivas marcantes. Essas dimensões são percebidas como VRIN e funcionam como diferenciais e barreiras à entrada. Em certos contextos, aumentam significativamente a disposição dos clientes em pagar. Além disso, a OSC pode fomentar capacidades dinâmicas tanto nas consultorias quanto nos clientes, promovendo adaptabilidade estratégica. Implicações: Mais que uma inovação metodológica, a OSC redefine a criação de valor na consultoria, oferecendo às empresas uma via concreta para diferenciação, inovação e transformação organizacional.
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Capacidades dinâmicas Competitive advantage Consultoria de estratégia aberta Consultoria de gestão Dynamic capabilities Management consulting Open strategy consulting Porter’s positioning Posicionamento de Porter Resource-based view Vantagem competitiva Visão baseada em recursos
Pedagogical Context
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