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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
There is a widespread belief that the introduction of forward contracts bene ts rms
if they compete in prices and harms them if they compete in quantities. The aim of
this paper is analyze if this idea still holds in a vertical industry and, in order to do so,
we build a model where forward contracts are introduced in a vertical industry where
a manufacturer sells an input to two price setting retailers. We assume that rstly the
input price is decided through bargaining. Then, the retailers decide on the amount of
forward contracts they want to engage in and, nally, they set their prices (or quantities)
in the spot market and the contracts are realized. We show that, under certain conditions,
introducing a round of forward contracting might actually be detrimental to the retailers
when they compete in prices and bene cial when competing in quantities.
O consenso na literatura é de que a introdução de contratos futuros ben- e cia as empresas caso estas concorram em preços, e as prejudica caso con- corram em quantidades. O objetivo desta tese é veri car se esta premissa se mantem numa industria vertical e, para esse efeito, um modelo foi criado onde os contratos futuros são introduzidos numa industria vertical caracterizada por um produtor que vende um input a dois retalhistas que competem em preços. Primeiro, assumimos que o preço do input é decidido através de uma negociação. Posteriormente, os retalhistas escolhem a quantidade de contratos futuros que querem assinar e, no nal, decidem sobre os preços (ou quanti- dades) a praticar no mercado nal e os contratos futuros são cumpridos. Nós mostramos que, em certos casos, introduzir uma ronda de contratos futuros pode ser prejudicial para os retalhistas caso compitam em preços e bené co caso concorram em quantidades.
O consenso na literatura é de que a introdução de contratos futuros ben- e cia as empresas caso estas concorram em preços, e as prejudica caso con- corram em quantidades. O objetivo desta tese é veri car se esta premissa se mantem numa industria vertical e, para esse efeito, um modelo foi criado onde os contratos futuros são introduzidos numa industria vertical caracterizada por um produtor que vende um input a dois retalhistas que competem em preços. Primeiro, assumimos que o preço do input é decidido através de uma negociação. Posteriormente, os retalhistas escolhem a quantidade de contratos futuros que querem assinar e, no nal, decidem sobre os preços (ou quanti- dades) a praticar no mercado nal e os contratos futuros são cumpridos. Nós mostramos que, em certos casos, introduzir uma ronda de contratos futuros pode ser prejudicial para os retalhistas caso compitam em preços e bené co caso concorram em quantidades.
