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Resumo(s)
Introduction: The long-term success of adhesive restorations is compromised by degradation of the resin–dentin interface mediated by endogenous proteolytic enzymes. Proanthocyanidins (PACs) have emerged as promising dentin biomodifiers because they promote collagen cross-linking and inhibit enzymatic activity, thereby contributing to improved durability of adhesive restorations. Objective: To evaluate the effect of PAC on the adhesive performance of the dentin interface through a systematic review and meta-analysis. Materials and Methods: A systematic search was conducted in PubMed, Web of Science, EMBASE, Scopus, and the Cochrane Library. Studies evaluating purified PACs or grape seed extracts containing ≥90% oligomeric/polymeric PACs in dentin bonding procedures were included. Methodological quality was assessed using the RoBDEMAT tool, and the meta-analysis was performed with RevMan software. Results: Twenty-nine studies met the inclusion criteria for the systematic review, and 28 were included in the meta-analysis. Twenty-four studies investigated PACs as a dentin pretreatment, whereas five evaluated their incorporation into adhesive systems, with one study assessing both approaches. Dentin pretreatment with PACs significantly improved immediate and long-term tensile and shear bond strength. PAC incorporation into adhesive systems also enhanced immediate bond strength and six-month bond performance. Additional findings demonstrated improved collagen stability, reduced degradation of the adhesive interface, and better preservation of the hybrid layer. Conclusion: The available evidence indicates that PACs improve the durability of resin–dentin bonding when used either as a dentin pretreatment or incorporated into adhesive systems. These benefits are mainly associated with collagen stabilization and reduced degradation of the adhesive interface.
Introdução: A degradação da interface resina-dentina constitui um dos principais fatores responsáveis pela redução da longevidade das restaurações adesivas, estando associada à ação de enzimas proteolíticas endógenas. As proantocianidinas (PACs) têm sido propostas como biomodificadores da dentina devido à sua capacidade de promover ligações cruzadas no colagénio e inibir a atividade enzimática, contribuindo para a preservação da interface adesiva. Objetivo: Avaliar o efeito de PAC no desempenho adesivo da interface dentinária por meio de uma revisão sistemática e meta-análise. Materiais e Métodos: A pesquisa bibliográfica foi realizada nas bases de dados PubMed, Web of Science, EMBASE, Scopus e Cochrane Library. Foram incluídos estudos que avaliaram PACs purificadas ou extratos de grainha de uva contendo ≥90% de PACs oligoméricas/poliméricas. A qualidade metodológica foi analisada através da ferramenta RoBDEMAT e a meta-análise foi efetuada com <br/>o software RevMan. Resultados: Foram incluídos 29 estudos na revisão sistemática, dos quais 28 integraram a meta-análise. Vinte e quatro estudos avaliaram as PACs como pré-tratamento dentinário e cinco investigaram a sua incorporação em sistemas adesivos, sendo que um estudo analisou ambas as estratégias. O pré-tratamento com PACs aumentou significativamente a resistência de união imediata e após envelhecimento, tanto em ensaios de tração como de cisalhamento. A incorporação das PACs nos sistemas adesivos também melhorou a resistência de união imediata e aos seis meses. Adicionalmente, observaram-se maior estabilidade do colagénio, menor degradação da interface adesiva e melhor <br/>preservação da camada híbrida. Conclusão: Conclui-se que as PACs representam uma estratégia promissora para aumentar a durabilidade da união resina-dentina, quer aplicadas como pré-tratamento dentinário, quer incorporadas em sistemas adesivos.
Introdução: A degradação da interface resina-dentina constitui um dos principais fatores responsáveis pela redução da longevidade das restaurações adesivas, estando associada à ação de enzimas proteolíticas endógenas. As proantocianidinas (PACs) têm sido propostas como biomodificadores da dentina devido à sua capacidade de promover ligações cruzadas no colagénio e inibir a atividade enzimática, contribuindo para a preservação da interface adesiva. Objetivo: Avaliar o efeito de PAC no desempenho adesivo da interface dentinária por meio de uma revisão sistemática e meta-análise. Materiais e Métodos: A pesquisa bibliográfica foi realizada nas bases de dados PubMed, Web of Science, EMBASE, Scopus e Cochrane Library. Foram incluídos estudos que avaliaram PACs purificadas ou extratos de grainha de uva contendo ≥90% de PACs oligoméricas/poliméricas. A qualidade metodológica foi analisada através da ferramenta RoBDEMAT e a meta-análise foi efetuada com <br/>o software RevMan. Resultados: Foram incluídos 29 estudos na revisão sistemática, dos quais 28 integraram a meta-análise. Vinte e quatro estudos avaliaram as PACs como pré-tratamento dentinário e cinco investigaram a sua incorporação em sistemas adesivos, sendo que um estudo analisou ambas as estratégias. O pré-tratamento com PACs aumentou significativamente a resistência de união imediata e após envelhecimento, tanto em ensaios de tração como de cisalhamento. A incorporação das PACs nos sistemas adesivos também melhorou a resistência de união imediata e aos seis meses. Adicionalmente, observaram-se maior estabilidade do colagénio, menor degradação da interface adesiva e melhor <br/>preservação da camada híbrida. Conclusão: Conclui-se que as PACs representam uma estratégia promissora para aumentar a durabilidade da união resina-dentina, quer aplicadas como pré-tratamento dentinário, quer incorporadas em sistemas adesivos.
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Palavras-chave
Proanthocyanidins Bond strength Adhesive system Matrix metalloproteinases (MMPs) Proantocianidinas Resistência adesiva Sistema adesivo Metaloproteinase (MMPs)
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