| Name: | Description: | Size: | Format: | |
|---|---|---|---|---|
| 255.04 KB | Adobe PDF |
Authors
Advisor(s)
Abstract(s)
This essay discusses how Maria José Lobo Antunes, a “child of the Portuguese Colonial War”, besides reflecting on how the conflict has been renegotiated in Portugal’s public narrative so far, proposes a diverse process of mediation of the event through an ethnography of war. My aim is to demonstrate how her ethnography constitutes an alternative and tentative memory mapping project of the conflict (Murphy, 2019), through which Antunes challenges the collective amnesia related to the controversial event and fights against oblivion, the ultimate enemy to defeat in search for healing and reconciliation.
Este ensaio discute como Maria José Lobo Antunes, uma “filha/criança" da Guerra Colonial portuguesa, para além de refletir sobre como o conflito tem sido renegociado pela narrativa pública em Portugal, propõe um processo distinto de mediação do evento através de uma etnografia da guerra. O meu objetivo é demonstrar como a sua etnografia se constitui num projeto alternativo e aproximado de uma cartografia do conflito (Murphy, 2019), através do qual Antunes desafia a amnésia coletiva relacionada com o controverso evento e luta contra o esquecimento, o derradeiro inimigo na busca pela cura e reconciliação.
Este ensaio discute como Maria José Lobo Antunes, uma “filha/criança" da Guerra Colonial portuguesa, para além de refletir sobre como o conflito tem sido renegociado pela narrativa pública em Portugal, propõe um processo distinto de mediação do evento através de uma etnografia da guerra. O meu objetivo é demonstrar como a sua etnografia se constitui num projeto alternativo e aproximado de uma cartografia do conflito (Murphy, 2019), através do qual Antunes desafia a amnésia coletiva relacionada com o controverso evento e luta contra o esquecimento, o derradeiro inimigo na busca pela cura e reconciliação.
