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Saúde oral e qualidade de vida na pessoa com deficiência intelectual: contextos de autonomia

dc.contributor.authorCouto, Patrícia
dc.contributor.authorCorreia, Maria
dc.contributor.authorVeiga, Nélio Jorge
dc.date.accessioned2022-03-29T17:55:12Z
dc.date.available2022-03-29T17:55:12Z
dc.date.issued2021-11
dc.description.abstractIntrodução: A qualidade de vida relacionada com a saúde oral descreve o impacto da condição oral na saúde geral e na vida quotidiana e tem implicações na prática clínica e na investigação. Objetivos: Avaliar a saúde oral e respetivo impacto na qualidade de vida do indivíduo com deficiência intelectual leve em função do seu grau de dependência. Métodos: Foram avaliados 240 indivíduos com diferentes vínculos a instituições da zona centro de Portugal filiadas na HUMANITAS. Um questionário sociodemográfico e de saúde oral foi aplicado juntamente com o questionário - Oral health impact profile (OHIP-14), seguidos de um exame clínico com base nos índices: Clinical Oral Health Index (COHI); Clinical Oral Care Needs Index (COCNI) e Clinical Oral Prevention Index (COPI). Na análise estatística foram utilizados os testes Kruskall-Wallis, Mann-Whitney, Qui quadrado e Coeficiente de Correlação de Pearson. Resultados: Dos 240 indivíduos, 13,3% encontram-se institucionalizados e 86,7% não institucionalizados, dos quais 8,7% vivem sozinhos. A perceção da qualidade de vida foi, na escala OHIP-14, superior para os indivíduos institucionalizados. No exame clínico, a percentagem de COHI nível 1 (problemas de baixo a moderado impacto) é superior para indivíduos institucionalizados, enquanto que nos indivíduos não institucionalizados é superior o COHI nível 2 (problemas de impacto importante a severo). É nos indivíduos não institucionalizados que vivem sozinhos, que encontramos a maior percentagem de pessoas sem dentes ou com 1-9 dentes, já a existência de 20 ou mais dentes é superior para quem vive com familiares. Também a qualidade de vida relacionada com a saúde oral é percecionada como inferior por quem vive sozinho. Conclusões: Existem diferenças significativas na saúde oral e qualidade de vida dos indivíduos com deficiência intelectual leve mediante o seu nível de dependência, verificando-se que a um maior grau de independência corresponde um pior estado de saúde oral.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.isbn9789897591549
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/37187
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherInstituto Piagetpt_PT
dc.subjectSaúde oralpt_PT
dc.subjectQualidade de vidapt_PT
dc.subjectDeficiência intelectualpt_PT
dc.titleSaúde oral e qualidade de vida na pessoa com deficiência intelectual: contextos de autonomiapt_PT
dc.typeconference object
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage14pt_PT
oaire.citation.startPage14pt_PT
oaire.citation.titleProceedings of the 2nd International Congress of Health and Well-Being Intervention - ICHWBI2021 and the 1st International Conference on Human Kinesiology – 1st ICOHKpt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typeconferenceObjectpt_PT

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