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Orientador(es)
Resumo(s)
This work consists in a non-canonical formulation a new theory of value accretion under uncertainty, exploring the concept of bernoullian emolumentum alongside idiosyncratic differences in the calculation of geometric expectations. This asymmetry allows for higher returns from uncertainty from both parties in a transaction. The present work reviews the evolution of expectations up to modern finance, before laying a conceptual framework for measuring mutual value accretion gaps, and finally, proposing an empirical work through tail-hedging of a market portfolio. All-in-all, this theory both holds in an a piori basis, as well as shows promise in practice for future developments and applications. Quantified in its iterations, modern financial theory shows methodological gaps, overruling the non-linearity, chaotic order of human action, as well as capital finitude and time dependence as axioms of real life. Indeed, here lies an unseen world of fully unexplored financial opportunities. Seen through a new light, from the metaphorical torch set by Daniel Bernoulli in 1738, who in his eminent Specimen Theoriae Novae de Mensura Sortis, proposed a solution to the famous St. Petersburg Paradox and set in motion a unified theory for assessing holistically the value of any investment.
Este trabalho consiste numa formulação não canónica de uma nova teoria de acreção de valor sob incerteza, explorando o conceito bernoulliano de emolumentum em conjunto com diferenças idiossincráticas no cálculo das expectativas geométricas. Esta assimetria permite maiores retornos face à incerteza para ambas as partes numa transacção. O presente trabalho analisa a evolução histórica do conceito de expectativa até à finança moderna, estabelecendo um enquadramento conceptual para mediar as regiões de acreção de valor para ambas as partes. Por fim, propõe-se um trabalho empírico analisando uma estratégia de tail hedging com vista a transcender a relação de risco e retorno de uma carteira de mercado. No global, esta teoria demonstra-se válida numa base apriorística, revelando ainda grande potencial de aplicação na componente prática, e bem assim, para futuros desenvolvimentos e aplicações. Quantificado pelas suas iterações, a teoria jacente em finança moderna revela lacunas metodológicas, desconsiderando a não linearidade, a ordem caótica da acção humana, bem como a finitude do capital e a dependência do tempo como axiomas da vida real. De facto, na exploração destas lacunas reside um mundo novo de oportunidades financeiras, vistas através de uma nova luz. Partindo da tocha metafórica acendida por Daniel Bernoulli em 1738, no seu eminente Specimen Theoriae Novae de Mensura Sortis, que, propondo uma solução para o famoso Paradoxo de São Petersburgo, marcou o advento de uma teoria unificada para avaliar, de forma holística, o valor de qualquer investimento.
Este trabalho consiste numa formulação não canónica de uma nova teoria de acreção de valor sob incerteza, explorando o conceito bernoulliano de emolumentum em conjunto com diferenças idiossincráticas no cálculo das expectativas geométricas. Esta assimetria permite maiores retornos face à incerteza para ambas as partes numa transacção. O presente trabalho analisa a evolução histórica do conceito de expectativa até à finança moderna, estabelecendo um enquadramento conceptual para mediar as regiões de acreção de valor para ambas as partes. Por fim, propõe-se um trabalho empírico analisando uma estratégia de tail hedging com vista a transcender a relação de risco e retorno de uma carteira de mercado. No global, esta teoria demonstra-se válida numa base apriorística, revelando ainda grande potencial de aplicação na componente prática, e bem assim, para futuros desenvolvimentos e aplicações. Quantificado pelas suas iterações, a teoria jacente em finança moderna revela lacunas metodológicas, desconsiderando a não linearidade, a ordem caótica da acção humana, bem como a finitude do capital e a dependência do tempo como axiomas da vida real. De facto, na exploração destas lacunas reside um mundo novo de oportunidades financeiras, vistas através de uma nova luz. Partindo da tocha metafórica acendida por Daniel Bernoulli em 1738, no seu eminente Specimen Theoriae Novae de Mensura Sortis, que, propondo uma solução para o famoso Paradoxo de São Petersburgo, marcou o advento de uma teoria unificada para avaliar, de forma holística, o valor de qualquer investimento.
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Palavras-chave
Theory Value Accretion Uncertainty Bernoulli Teoria Valor Acreção Incerteza
