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This thesis investigates the pivotal role of banks and regulatory frameworks in promoting environmental responsibility within the real estate sector. The real estate industry, a major contributor to global greenhouse gas emissions, is at the forefront of achieving substantial environmental sustainability through Green Buildings (GB). This study explores how green banking strategies and regulatory frameworks, particularly the EU Taxonomy, influence sustainable real estate development. Utilizing a mixed-method approach, the research combines quantitative surveys with qualitative expert interviews to analyze current banking practices, market trends, and regulatory impacts. Findings reveal that regulations massively shape banking practices, which in turn have a profound influence on the real estate financing industry. By tying conditions to access capital, regulations create a powerful lever driving economic change. Banks play a crucial role by financing the transition to sustainable real estate through green finance initiatives like green loans and bonds. However, challenges persist, including high costs, regulatory complexities, and the risk of greenwashing. These obstacles highlight the need for enhanced financial incentives and streamlined regulatory processes to encourage broader adoption of GB practices. This research underscores the symbiotic relationship between financial institutions and regulatory bodies in fostering a sustainable real estate sector. Banks and regulators are critical in bridging the investment gap and driving the transition towards greener building practices. The study offers valuable insights for financial institutions and real estate companies aiming to meet global sustainability targets, emphasizing the transformative potential of green finance and regulatory support.
Esta tese investiga o papel crucial dos bancos e das estruturas regulatórias na promoção da responsabilidade ambiental no setor imobiliário. A indústria imobiliária, grande contribuinte para as emissões globais de gases de efeito estufa, está na vanguarda da sustentabilidade ambiental através dos Edifícios Verdes (GB). Este estudo explora como as estratégias de bancos verdes e as estruturas regulatórias, particularmente a taxonomia da UE, influenciam o desenvolvimento imobiliário sustentável. Utilizando uma abordagem de métodos mistos, a pesquisa combina levantamentos quantitativos com entrevistas qualitativas com especialistas para analisar as práticas bancárias atuais, tendências de mercado e impactos regulatórios. Os resultados revelam que as regulamentações moldam profundamente as práticas bancárias, influenciando o financiamento imobiliário. Ao vincular condições ao acesso ao capital, as regulamentações impulsionam a mudança econômica. Os bancos financiam a transição para o imobiliário sustentável através de iniciativas de finanças verdes como empréstimos e títulos verdes. No entanto, desafios persistem, incluindo altos custos, complexidades regulatórias e o risco de greenwashing. Esses obstáculos destacam a necessidade de incentivos financeiros aprimorados e processos regulatórios simplificados para incentivar a adoção de práticas de GB. Esta pesquisa destaca a relação entre instituições financeiras e órgãos reguladores na promoção de um setor imobiliário sustentável. Bancos e reguladores são críticos para preencher a lacuna de investimento e impulsionar a transição para práticas de construção mais verdes. O estudo oferece insights valiosos para instituições financeiras e empresas imobiliárias que visam cumprir as metas globais de sustentabilidade, enfatizando o potencial transformador das finanças verdes e do apoio regulatório.
Esta tese investiga o papel crucial dos bancos e das estruturas regulatórias na promoção da responsabilidade ambiental no setor imobiliário. A indústria imobiliária, grande contribuinte para as emissões globais de gases de efeito estufa, está na vanguarda da sustentabilidade ambiental através dos Edifícios Verdes (GB). Este estudo explora como as estratégias de bancos verdes e as estruturas regulatórias, particularmente a taxonomia da UE, influenciam o desenvolvimento imobiliário sustentável. Utilizando uma abordagem de métodos mistos, a pesquisa combina levantamentos quantitativos com entrevistas qualitativas com especialistas para analisar as práticas bancárias atuais, tendências de mercado e impactos regulatórios. Os resultados revelam que as regulamentações moldam profundamente as práticas bancárias, influenciando o financiamento imobiliário. Ao vincular condições ao acesso ao capital, as regulamentações impulsionam a mudança econômica. Os bancos financiam a transição para o imobiliário sustentável através de iniciativas de finanças verdes como empréstimos e títulos verdes. No entanto, desafios persistem, incluindo altos custos, complexidades regulatórias e o risco de greenwashing. Esses obstáculos destacam a necessidade de incentivos financeiros aprimorados e processos regulatórios simplificados para incentivar a adoção de práticas de GB. Esta pesquisa destaca a relação entre instituições financeiras e órgãos reguladores na promoção de um setor imobiliário sustentável. Bancos e reguladores são críticos para preencher a lacuna de investimento e impulsionar a transição para práticas de construção mais verdes. O estudo oferece insights valiosos para instituições financeiras e empresas imobiliárias que visam cumprir as metas globais de sustentabilidade, enfatizando o potencial transformador das finanças verdes e do apoio regulatório.
Descrição
Palavras-chave
Green finance Green building EU taxonomy Regulatory frameworks Green investments Dynamic capabilities Finanças verdes Edifícios verdes Taxonomia da UE Estruturas regulatórias Investimento verde Capacidades dinâmicas
