Repository logo
 
Loading...
Thumbnail Image
Publication

How do energy companies align sustainability goals with corporate strategy? : evidence from Galp and Ørsted

Use this identifier to reference this record.
Name:Description:Size:Format: 
204028680.pdf707.27 KBAdobe PDF Download

Advisor(s)

Abstract(s)

In the energy transition, the real bottleneck is not ambition but organizational alignment. This dissertation examines how energy companies align sustainability goals with corporate strategy through a qualitative and comparative study of Galp and Ørsted. Drawing on 12 semi-structured interviews and verified corporate disclosures, the research uses pattern matching and explanation building to trace a common mechanism chain from intent to portfolio rules over to governance and incentives on to controls/KPIs and dynamic capabilities. The findings show two viable alignment pathways. Galp follows a returns-disciplined, transitional path, visible in their industrial site Sines with regular site reviews and EU-taxonomy KPIs, while Ørsted takes a mission-centered, transformational path, shown by its biodiversity metrics and assured green-finance reports. A contingent explanation clarifies why pathways differ. The legacy asset base, ownership, policy credibility, and capability endowment shape feasible speed and risk posture. Across cases, governance design (line ownership versus novelty-tiered approvals) proved to be a stronger driver of alignment speed than overarching goals. The results provide an actionable alignment pathways toolkit with design levers (target granularity, incentive weights, novelty-tiered approvals, pilot-to-scale gateways, capability coalitions, financing structures and communications cadence) that help managers make sustainability more investable, governable, and improvable. Overall, the dissertation advances a mechanism-based, context-sensitive account of strategic alignment in the energy transition and offers practical insights for execution.
Na transição energética, o verdadeiro estrangulamento não é a ambição, mas o alinhamento organizacional. Esta dissertação analisa, num estudo qualitativo comparativo, como a Galp e a Ørsted alinham objetivos de sustentabilidade com a estratégia corporativa, com base em entrevistas semiestruturadas e divulgações verificadas. Reconstrói-se uma cadeia de mecanismos: intenção, regras de portefólio, governação e incentivos, controlos e indicadores, e capacidades dinâmicas. Os resultados identificam duas vias de alinhamento: a Galp segue um percurso transitório disciplinado por retornos, visível em Sines com revisões regulares e KPIs da Taxonomia da UE; a Ørsted segue um percurso transformacional centrado na missão, evidenciado por métricas de biodiversidade e por relatórios de financiamento verde assegurados. Uma explicação contingente mostra por que divergem: a base de ativos, a estrutura de propriedade e o custo de capital, a credibilidade das políticas e a dotação de capacidades moldam a velocidade e o perfil de risco. Entre os casos, o desenho da governação (responsabilização direta nas linhas versus aprovações por novidade) impulsionou mais a velocidade do que metas. O trabalho apresenta um guia prático com alavancas de desenho - granularidade de metas, pesos de incentivos, aprovações por novidade, marcos de piloto para escala, parcerias, financiamento e cadência de comunicação - que tornam a sustentabilidade mais investível, governável e melhorável.

Description

Keywords

Alignment Alinhamento Capacidades dinâmicas Corporate governance Dynamic capabilities Energy transition Estratégia Galp Governação corporativa Ørsted Strategy Sustainability Sustentabilidade Transição energética

Pedagogical Context

Citation

Research Projects

Organizational Units

Journal Issue