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Long-term performance of private equity backed companies

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Resumo(s)

This thesis studies the post-exit long-term operational performance of previously PE-Backed across multiple dimensions using a country-agnostic sample of 133 observations matched against a control group on size, country and industry using a Propensity Score Match. Focusing on a timespan between 2012 and 2020, this project represents an attempt to improve the understanding of the impact of Private Equity funds in the long-term performance of portfolio companies. My main findings show mixed results regarding abnormal post-exit performance depending on the performance measured analyzed. Resorting on a Difference-in-Differences regression and the Wilcoxon Signed-Rank method, I found evidence of superior performance of EBITDA margin before and after exit (up until 3 years), although it steams off after 5 years, and even reverts if we consider EBIT margin. Regarding ROCE, ROA and ROS, PE-Backed firms systematically underperform after exit. On the other hand, against a common public opinion, I found strong evidence that PE-Backed firms grow their employee base faster and with bigger wages than not PE-Backed. Additionally, I found that previously PE-Backed firms: systematically underperform during Covid; perform better if not held for more than 4.6 years by PE funds; and overperform in the long-run if exited via IPO. My findings seem to be consistent with the deterioration of the positive PE mechanisms which might occur after not being held anymore by a Private Equity.
Esta tese estuda o desempenho operacional a longo prazo pós-saída de empresas financiadas anteriormente por Private Equity, em múltiplas dimensões, utilizando uma amostra universal de 133 observações comparadas com um grupo de controlo sobre tamanho, país e indústria, utilizando um Propensity Score Match. Concentrando-se num período entre 2012 e 2020, este projecto representa uma tentativa de melhorar a compreensão do impacto dos fundos de PE no desempenho a longo prazo das empresas. As minhas principais conclusões mostram resultados heterogéneos relativamente ao desempenho anormal pós-saída, dependendo da métrica de desempenho analisada. Recorrendo a uma regressão Difference-in-Differences e ao método Wilcoxon-Signed-Rank, foram encontradas provas de um desempenho superior da margem EBITDA antes e depois da saída (até 3 anos), embora esta desapareça após 5 anos, e até reverta se considerarmos a margem EBIT. Em relação ao ROCE, ROA e ROS, as empresas PE-Backed apresentam sistematicamente um desempenho inferior após a saída. Por outro lado, contra opinião pública, encontrei fortes provas de que as empresas PE-Backed aumentam a sua base de empregados mais rapidamente e com salários maiores do que os não PE-Backed. Consequentement descobri que as empresas anteriormente PE-Backed: têm sistematicamente um desempenho inferior durante a Covid; têm um melhor desempenho se não forem mantidas por mais de 4.6 anos por fundos de PE; e um desempenho superior a longo prazo se saírem através de IPO. As minhas conclusões parecem ser consistentes com a deterioração dos mecanismos positivos de PE que pode ocorrer depois de já não serem detidos por um PE.

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Palavras-chave

Private equity Long-term value creation Operational performance Covid impact Criação de valor no longo prazo Performance operacional Impacto covid

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