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Publicação

Dehumanization and the genocide case (South Africa v. Israel) : from human animals to no uninvolved civilians

datacite.subject.fosCiências Sociais::Direito
datacite.subject.sdg16:Paz, Justiça e Instituições Eficazes
datacite.subject.sdg10:Reduzir as Desigualdades
dc.contributor.advisorLopes, José Alberto Azeredo Ferreira
dc.contributor.authorRodrigues, Teresa Maria Cadavez Pacheco Sarsfield
dc.date.accessioned2025-12-30T14:54:12Z
dc.date.available2025-12-30T14:54:12Z
dc.date.issued2025-10-03
dc.date.submitted2025-05-01
dc.description.abstractShaped by complex geopolitical dynamics, the Israeli-Palestinian conflict stands as one of the most intractable crises on the global stage. The latest escalation, sparked by the October 7, 2023 attacks led by Hamas, triggered an unprecedented military campaign by Israel, causing staggering civilian deaths and widespread destruction in Gaza. In a landmark move, South Africa initiated proceedings before the International Court of Justice, accusing Israel of committing acts of genocide against the Palestinian people and through a series of provisional measures, the Court has signaled a recognition of the gravity and urgency of the situation. Of particular relevance, this case places the Court’s conservative approach to genocidal intent under renewed scrutiny. Furthermore, the causal relationship between dehumanization and the crime of genocide is evident in this conflict. The Israeli occupation policies, the distortion of International Humanitarian Law and the use of dehumanizing language by Israeli officials have been progressively excluding Palestinians from moral and legal protections, culminating in an existential threat to an entire population.eng
dc.description.abstractMarcado por dinâmicas geopolíticas complexas, o conflito Israelo-Palestiniano configura-se como uma das crises mais intratáveis no cenário internacional. A mais recente escalada, desencadeada pelos ataques liderados pelo Hamas em 7 de outubro de 2023, provocou uma campanha militar sem precedentes por parte de Israel, causando um número impressionante de mortes civis e uma destruição generalizada em Gaza. Numa iniciativa histórica, a África do Sul deu início a um processo no Tribunal Internacional de Justiça, com a acusação de que Israel está a cometer atos de genocídio contra o povo Palestiniano e, através de uma série de medidas provisórias, o Tribunal sinalizou o reconhecimento da gravidade e urgência da situação. Particularmente relevante, este caso coloca novamente sob escrutínio a abordagem conservadora do Tribunal em relação à questão da intenção de cometer genocídio. Adicionalmente, a relação causal entre desumanização e genocídio é evidente neste conflito. As políticas de ocupação israelitas, a distorção do Direito Internacional Humanitário e o uso de linguagem desumanizante por parte dos governantes israelitas têm vindo a excluir progressivamente os palestinianos de proteções legais e morais, culminando numa ameaça existencial à totalidade de um povo.por
dc.identifier.tid204075661
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/56048
dc.language.isoeng
dc.rights.uriN/A
dc.subjectPalestine
dc.subjectIsrael
dc.subjectGenocide
dc.subjectInternational court of justice
dc.subjectInternational humanitarian law
dc.subjectDehumanization
dc.subjectOccupation policies
dc.subjectSelf-determination
dc.subjectPalestina
dc.subjectGenocídio
dc.subjectTribunal internacional de justiça
dc.subjectDireito internacional humanitário
dc.subjectDesumanização
dc.subjectPolíticas de ocupação
dc.subjectAutodeterminação
dc.titleDehumanization and the genocide case (South Africa v. Israel) : from human animals to no uninvolved civilianseng
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
thesis.degree.nameMestrado em Direito

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