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Publicação

#24. Recobrimento de recessões: retalho de reposicionamento coronal com enxerto conjuntivo

dc.contributor.authorGlória, Margarida
dc.contributor.authorMarques, Tiago
dc.contributor.authorSousa, Manuel Correia
dc.contributor.authorSantos, Nuno Bernardo Malta
dc.date.accessioned2021-08-11T19:22:53Z
dc.date.available2021-08-11T19:22:53Z
dc.date.issued2015-12-01
dc.description.abstractIntrodução: Por definição, as recessões gengivais constituem a migração da gengiva marginal em direção apical em relação à junção amelocementária, com consequente exposição da superfície radicular ao meio bucal. Paciente do sexo feminino, 34 anos, ASA I, fumadora (10 cigarros por dia) e utilização de aparelho ortodôntico. Apresentava como diagnóstico periodontal periodontite crónica leve (IP de 43,00% e BOP de 5,33%). Tinha como queixa principal a hipersensibilidade dentária, associada a uma recessão na face vestibular do dente 41, com cerca de 5 mm, classe II de Miller. Descrição do caso clínico: A técnica por nós utilizada foi a de Coronally Advanced Flap Connective Tissue Graft (CAF CTG), podendo‐se dividir em 3 fases: a fase de preparação do leito recetor, fase de recolha do enxerto, e a colocação e sutura. O primeiro passo da cirurgia foi, então, a realização de retalho de espessura parcial com incisões verticais, que são feitas estendendo‐se para além da junção mucogengival. Posteriormente, foi feito o aplanamento da raiz e o condicionamento da mesma com tetraciclinas. Em seguida obteve‐se um enxerto de tecido conjuntivo da zona posterior do palato duro, através da técnica de Langer & Langer. O enxerto obtido foi colocado no leito recetor e recoberto pelo retalho, que foi mobilizado coronalmente e fixado com sutura suspensa. Discussão e conclusões: O sucesso desta técnica está diretamente relacionado com fatores biológicos, a habilidade do profissional e a colaboração do paciente. A utilização do enxerto conjuntivo subepitelial apresenta vantagens estéticas, uma vez que a coloração final do tecido epitelial é semelhante ao original, o que proporciona resultados mais satisfatórios. Num estudo realizado por Casati et al. (2006), a percentagem média de recobrimento radicular com a técnica do enxerto subepitelial de tecido conjuntivo foi de 96,10%. As recessões gengivais representam um grande desafio estético em determinadas situações clínicas. Neste caso, a técnica alcançou resultados satisfatórios, sendo que, em 9 meses, a taxa de recobrimento da recessão foi de aproximadamente 75%, diminuindo as queixas da paciente.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.doi10.1016/j.rpemd.2015.10.082pt_PT
dc.identifier.issn1646-2890
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/34528
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_PT
dc.title#24. Recobrimento de recessões: retalho de reposicionamento coronal com enxerto conjuntivopt_PT
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage36pt_PT
oaire.citation.issueS1pt_PT
oaire.citation.startPage36pt_PT
oaire.citation.titleRevista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacialpt_PT
oaire.citation.volume56pt_PT
person.familyNameMarques
person.givenNameTiago
person.identifier.ciencia-id971A-9333-2DC5
person.identifier.orcid0000-0003-2474-4613
person.identifier.scopus-author-id54405914500
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typearticlept_PT
relation.isAuthorOfPublication5c6e8bc0-4178-4dab-841d-6b2484d77b33
relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery5c6e8bc0-4178-4dab-841d-6b2484d77b33

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