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Abstract(s)
Intersectionality has emerged as a valuable framework in organizational studies, addressing the persistent limitations of Diversity, Equity, and Inclusion (DEI) practices. Despite their widespread adoption, DEI initiatives often face criticism for tokenism and their failure to mitigate systemic inequalities. These shortcomings stem from a single-axis approach to identity, which focuses on individual demographic groups without considering the complex interplay of multiple identities. Intersectionality offers a more holistic perspective, helping organizations recognize how various sources of inequality and privilege interact within the workplace, potentially hindering inclusion efforts. This study employs an inductive approach, rooted in grounded theory, deploying qualitative analysis through the Gioia methodology, to enquire into DEI initiatives implemented by five leading companies in the field. By examining these practices, the findings of the study allow us to identify key dimensions of DEI initiatives deemed crucial to pursue intersectional integration. Based on the latter, the study discusses a model of combined DEI efforts able to pursue intersectional integration, aiming to provide organizations with actionable managerial implications able to overcome existing DEI shortcomings. The study makes three main contributions to the literature. First, it is one of the earliest empirical works to operationalize intersectionality within organizational research. Second, it innovates methodological approaches in intersectionality studies while strengthening its connection to business ethics. Third, it advances DEI literature by offering a practical model that moves beyond tokenism toward systemic and transformative strategies. This research provides actionable insights for organizations seeking to embed intersectionality in their DEI efforts, fostering more inclusive workplaces.
A interseccionalidade surgiu como um quadro relevante para os estudos organizacionais, com a abordagem às limitações persistentes das práticas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI). Apesar da sua popularidade, estas práticas são frequentemente criticadas principalmente pela sua incapacidade de mitigar desigualdades sistémicas. Estas desigualdades resultam de uma abordagem numa centralidade em grupos sociais individuais sem considerar a complexa interação de múltiplas identidades. A interseccionalidade oferece uma perspetiva holística, ajudando as organizações a reconhecer a forma como as várias fontes de desigualdade e privilégio interagem no local de trabalho. O estudo utiliza uma abordagem indutiva, com base na teoria, e recorre à análise qualitativa através da metodologia Gioia, para analisar as iniciativas implementadas por cinco empresas líderes no setor. Ao examinar estas práticas, os resultados permitem identificar as iniciativas de DEI consideradas cruciais para este estudo. Assim, o estudo discute um modelo intersectional através da combinação de práticas DEI, com o objetivo de fornecer às organizações soluções para ultrapassar as desigualdades existentes. Este estudo faz trás contribuições para a literatura. Primeiramente, é um dos primeiros trabalhos empíricos a operacionalizar a interseccionalidade no âmbito da investigação organizacional. Seguidamente inova as abordagens metodológicas nos estudos sobre interseccionalidade, enquanto reforça a sua ligação à ética empresarial. Finalmente, avança a literatura sobre DEI ao oferecer um modelo prático que vai além do tokenismo em direção a estratégias sistémicas e transformadoras. Esta investigação fornece conhecimentos práticos para as organizações que procuram incorporar a interseccionalidade nos seus esforços de DEI, promovendo locais de trabalho mais inclusivos.
A interseccionalidade surgiu como um quadro relevante para os estudos organizacionais, com a abordagem às limitações persistentes das práticas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI). Apesar da sua popularidade, estas práticas são frequentemente criticadas principalmente pela sua incapacidade de mitigar desigualdades sistémicas. Estas desigualdades resultam de uma abordagem numa centralidade em grupos sociais individuais sem considerar a complexa interação de múltiplas identidades. A interseccionalidade oferece uma perspetiva holística, ajudando as organizações a reconhecer a forma como as várias fontes de desigualdade e privilégio interagem no local de trabalho. O estudo utiliza uma abordagem indutiva, com base na teoria, e recorre à análise qualitativa através da metodologia Gioia, para analisar as iniciativas implementadas por cinco empresas líderes no setor. Ao examinar estas práticas, os resultados permitem identificar as iniciativas de DEI consideradas cruciais para este estudo. Assim, o estudo discute um modelo intersectional através da combinação de práticas DEI, com o objetivo de fornecer às organizações soluções para ultrapassar as desigualdades existentes. Este estudo faz trás contribuições para a literatura. Primeiramente, é um dos primeiros trabalhos empíricos a operacionalizar a interseccionalidade no âmbito da investigação organizacional. Seguidamente inova as abordagens metodológicas nos estudos sobre interseccionalidade, enquanto reforça a sua ligação à ética empresarial. Finalmente, avança a literatura sobre DEI ao oferecer um modelo prático que vai além do tokenismo em direção a estratégias sistémicas e transformadoras. Esta investigação fornece conhecimentos práticos para as organizações que procuram incorporar a interseccionalidade nos seus esforços de DEI, promovendo locais de trabalho mais inclusivos.
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Keywords
Barreiras estruturais Business ethics Desmantelamento Dismantling Diversidade equidade inclusão Diversity equity inclusion Estereótipos de grupo Ética nas empresas Group labelling Identidades sociais Integração Integration Interseccionalidade Intersectionality Marginalised groups Mudança organizacional Organisational change Reconhecimento Social identities Structural barriers
Pedagogical Context
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