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Orientador(es)
Resumo(s)
Este artigo propõe a adaptação da Matriz Filosófica-Pragmática-Sistémica (F-P-S), originalmente desenvolvida no âmbito do projeto Cid@d’ART para a análise do evento fotográfico urbano, como ferramenta de avaliação da qualidade em projetos criativos digitais. Parte-se do pressuposto de que, em contextos artístico-tecnológicos, a qualidade não pode ser reduzida a métricas técnicas, económicas ou estéticas isoladas. Defende-se, por isso, uma abordagem tridimensional capaz de articular intenção conceptual, robustez processual e consciência contextual. O eixo filosófico avalia ontologia, ética, estética e autoria; o eixo pragmático examina processo, ferramentas, performance e pós-produção; e o eixo sistémico analisa circulação, legitimação, poder e impacto social. Metodologicamente, o artigo realiza uma revisão conceptual do modelo F-P-S e a sua releitura à luz da gestão da qualidade, com incidência nas exigências de avaliação de valor, legitimidade e capacidade operacional em ambientes criativos digitalizados. Como resultado, apresenta-se uma proposta de matriz avaliativa aplicável à curadoria, ao ensino, à investigação e à gestão de projetos, permitindo estruturar critérios, reforçar a comparabilidade entre práticas e apoiar processos de decisão e melhoria contínua. Espera-se que a operacionalização do modelo F-P-S ofereça um contributo pertinente para a qualidade em contextos culturais e criativos, aproximando inovação, cultura visual e instrumentos de avaliação multidimensional na era da conectividade. Ao converter um quadro crítico oriundo da fotografia contemporânea num dispositivo metodológico híbrido, o estudo responde às limitações dos modelos unidimensionais de avaliação e propõe uma integração entre qualidade conceptual, qualidade processual e qualidade sistémica em projetos culturais tecnologicamente mediados no espaço urbano digital de matriz autoral.
Este artigo propõe a adaptação da Matriz Filosófica-Pragmática-Sistémica (F-P-S), desenvolvida no âmbito do projeto Cid@d’ART para a análise do evento fotográfico urbano, como ferramenta de avaliação da qualidade em projetos criativos digitais. Parte-se do pressuposto de que, em contextos artístico-tecnológicos, a qualidade não pode ser reduzida a métricas técnicas, económicas ou estéticas isoladas. Defende-se, por isso, uma abordagem tridimensional capaz de articular intenção conceptual, robustez processual e consciência contextual. O eixo filosófico avalia ontologia, ética, estética e autoria; o eixo pragmático examina processo, ferramentas, performance e pós-produção; e o eixo sistémico analisa circulação, legitimação, poder e impacto social. Metodologicamente, o artigo realiza uma revisão conceptual do modelo F-P-S e a sua releitura à luz da gestão da qualidade, com incidência nas exigências de avaliação de valor, legitimidade e capacidade operacional em ambientes criativos digitalizados. Como resultado, apresenta-se uma proposta de matriz avaliativa aplicável à curadoria, ao ensino, à investigação e à gestão de projetos, permitindo estruturar critérios, reforçar a comparabilidade entre práticas e apoiar processos de decisão e melhoria contínua. Espera-se que a operacionalização do modelo F-P-S ofereça um contributo pertinente para a qualidade em contextos culturais e criativos, aproximando inovação, cultura visual e instrumentos de avaliação multidimensional na era da conectividade. Ao converter um quadro crítico oriundo da fotografia contemporânea num dispositivo metodológico híbrido, o estudo responde às limitações dos modelos unidimensionais de avaliação e propõe uma integração entre qualidade conceptual, qualidade processual e qualidade sistémica em projetos culturais tecnologicamente mediados no espaço urbano digital de matriz autoral.
Este artigo propõe a adaptação da Matriz Filosófica-Pragmática-Sistémica (F-P-S), desenvolvida no âmbito do projeto Cid@d’ART para a análise do evento fotográfico urbano, como ferramenta de avaliação da qualidade em projetos criativos digitais. Parte-se do pressuposto de que, em contextos artístico-tecnológicos, a qualidade não pode ser reduzida a métricas técnicas, económicas ou estéticas isoladas. Defende-se, por isso, uma abordagem tridimensional capaz de articular intenção conceptual, robustez processual e consciência contextual. O eixo filosófico avalia ontologia, ética, estética e autoria; o eixo pragmático examina processo, ferramentas, performance e pós-produção; e o eixo sistémico analisa circulação, legitimação, poder e impacto social. Metodologicamente, o artigo realiza uma revisão conceptual do modelo F-P-S e a sua releitura à luz da gestão da qualidade, com incidência nas exigências de avaliação de valor, legitimidade e capacidade operacional em ambientes criativos digitalizados. Como resultado, apresenta-se uma proposta de matriz avaliativa aplicável à curadoria, ao ensino, à investigação e à gestão de projetos, permitindo estruturar critérios, reforçar a comparabilidade entre práticas e apoiar processos de decisão e melhoria contínua. Espera-se que a operacionalização do modelo F-P-S ofereça um contributo pertinente para a qualidade em contextos culturais e criativos, aproximando inovação, cultura visual e instrumentos de avaliação multidimensional na era da conectividade. Ao converter um quadro crítico oriundo da fotografia contemporânea num dispositivo metodológico híbrido, o estudo responde às limitações dos modelos unidimensionais de avaliação e propõe uma integração entre qualidade conceptual, qualidade processual e qualidade sistémica em projetos culturais tecnologicamente mediados no espaço urbano digital de matriz autoral.
Descrição
Palavras-chave
Gestão da qualidade Projetos criativos digitais Matriz F-P-S Avaliação multidimensional Cultura visual
