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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Capital Structure, which consists on the financing mix used by corporations in
order to maximize their value, represents one of the most controversial topics on
the corporate finance field. Despite the innumerous studies on this topic there is
not yet a consensual theory on what is the ideal capital structure a firm should
adopt.
As a consequence, a stream of research began to apply psychological and
social based conventions in order to focus on the aspect that can possible help
decode the capital structure puzzle: The cognitive and behavioral biases that
influence the decision-making process.
This empirical study intends to examine the relationship between the
overconfidence bias and the capital structure decisions. The sample comprises
UK non-financial firms from 2004 and 2014 and the variables that will proxy for
the overconfidence were adapted from Alves et al. (2016).
The results provide evidence of a negative relation between overconfidence
and debt levels. Similar results were obtained for different specifications on the
dependent and independent variables.
A Estrutura de Capitais, que consiste na determinação da combinação ótima de financiamento usada pelas empresas de modo a maximizarem o seu valor, representa um dos temas mais controversos na área das Finanças Empresariais. Não obstante os inúmeros estudos acerca deste assunto, não existe ainda uma teoria consensual sobre qual a estrutura de capitais ótima a adotar pelas empresas. Como consequência, uma linha de investigação começou a aplicar conceitos da área da psicologia e das ciências sociais de modo a aproximarem-se dos aspetos que podem ajudar a decifrar o puzzle da estrutura de capitais: Os desvios comportamentais e cognitivos que influenciam o processo da tomada de decisão. Este estudo empírico tenciona examinar a relação existente entre o desvio comportamental do excesso de confiança e as decisões relacionadas com a estrutura de capitais. A amostra estudada consiste em empresas não financeiras do Reino Unido de 2004 a 2014 e a variável que servirá como medida para o excesso de confiança foi adaptada do estudo de Alves et al. (2016). Os resultados evidenciam a existência de uma relação negativa entre o excesso de confiança e os níveis de divida apresentados pelas empresas. Resultados idênticos foram obtidos quando foram testadas diferentes especificações para a variável dependente e as variáveis independentes.
A Estrutura de Capitais, que consiste na determinação da combinação ótima de financiamento usada pelas empresas de modo a maximizarem o seu valor, representa um dos temas mais controversos na área das Finanças Empresariais. Não obstante os inúmeros estudos acerca deste assunto, não existe ainda uma teoria consensual sobre qual a estrutura de capitais ótima a adotar pelas empresas. Como consequência, uma linha de investigação começou a aplicar conceitos da área da psicologia e das ciências sociais de modo a aproximarem-se dos aspetos que podem ajudar a decifrar o puzzle da estrutura de capitais: Os desvios comportamentais e cognitivos que influenciam o processo da tomada de decisão. Este estudo empírico tenciona examinar a relação existente entre o desvio comportamental do excesso de confiança e as decisões relacionadas com a estrutura de capitais. A amostra estudada consiste em empresas não financeiras do Reino Unido de 2004 a 2014 e a variável que servirá como medida para o excesso de confiança foi adaptada do estudo de Alves et al. (2016). Os resultados evidenciam a existência de uma relação negativa entre o excesso de confiança e os níveis de divida apresentados pelas empresas. Resultados idênticos foram obtidos quando foram testadas diferentes especificações para a variável dependente e as variáveis independentes.
Descrição
Palavras-chave
Capital structure Behavioral finance Overconfidence bias Estrutura de capitais Finanças comportamentais Desvio comportamental de excesso de confiança
