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Publicação

Distúrbios temporomandibulares: avaliação clínica e identificação de biomarcadores salivares

dc.contributor.authorPereira, Maria Inês
dc.contributor.authorSilva, Raquel
dc.contributor.authorFonseca, Patrícia
dc.contributor.authorSilva, Vanessa
dc.date.accessioned2026-03-03T09:40:04Z
dc.date.available2026-03-03T09:40:04Z
dc.date.issued2025-10-09
dc.description.abstractObjetivos: O presente estudo teve como objetivo principal determinar a prevalência de distúrbios temporomandibulares numa amostra clínica, bem como explorar, com base na literatura científica atual, o potencial dos biomarcadores salivares como ferramenta complementar no diagnóstico e monitorização desta condição. Materiais e métodos: Foi conduzido um estudo observacional, de natureza transversal, com 42 pacientes da Clínica Dentária Universitária da Universidade Católica Portuguesa – Viseu. A avaliação sintomática foi realizada com o Questionário Anamnésico de Fonseca, instrumento validado para rastreio e classificação da gravidade dos distúrbios temporomandibulares. Foram também recolhidas amostras de saliva para futura análise molecular e identificação de marcadores biológicos associados. Resultados: A prevalência de distúrbios temporomandibulares foi de 73,8% , sendo 42,9% dos casos classificados como leves e 31% como moderados ou severos. Os sinais e sintomas mais reportados incluíram ruídos articulares (50%), hábitos parafuncionais (45,2%) e tensão emocional (57,1%). Não foram observadas associações estatisticamente significativas entre a gravidade dos distúrbios e variáveis demográficas ou antropométricas como género, idade ou índice de massa corporal. A literatura científica aponta alterações nos níveis salivares de interleucinas, metaloproteinases da matriz, cortisol e outros marcadores metabólicos em indivíduos com disfunção, refletindo mecanismos inflamatórios, oxidativos e neuroendócrinos. Conclusões: Este estudo evidenciou uma elevada prevalência de distúrbios temporomandibulares na amostra clínica, reforçando a necessidade de incluir a sua avaliação nas consultas de rotina. A recolha de saliva, por ser simples e não invasiva, mostra-se promissora no apoio ao diagnóstico, dado o seu potencial para indicar alterações inflamatórias, oxidativas e neuroendócrinas associadas à disfunção.por
dc.identifier.citationPereira, M. I., Silva, R., Fonseca, P., & Silva, V. (2025). Distúrbios temporomandibulares: avaliação clínica e identificação de biomarcadores salivares. Revista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentaria e Cirurgia Maxilofacial, 66(S1), 29-29. Article 066. https://doi.org/10.24873/j.rpemd.2025.11.1498
dc.identifier.doi10.24873/j.rpemd.2025.11.1498
dc.identifier.eid105030191032
dc.identifier.issn1646-2890
dc.identifier.other9d93fbf1-9719-45c0-b713-f37861a191e7
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/57240
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.titleDistúrbios temporomandibulares: avaliação clínica e identificação de biomarcadores salivarespor
dc.typeconference article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage29
oaire.citation.issueS1
oaire.citation.startPage29
oaire.citation.titleRevista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentaria e Cirurgia Maxilofacial
oaire.citation.volume66
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85

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