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This dissertation investigates where and how empowerment emerges within theatrical practice, examining the processes through which both artists and spectators construct agency in contemporary conditions shaped by digital technologies, postcolonial tensions, and biopolitical and necropolitical structures. The study examines how artistic practices produce, negotiate, or inhibit empowerment. Grounded in a transformative paradigm that rejects claims to neutrality, the thesis draws from the author's situated perspective as a mixed-race Brazilian woman from the Global South, mobilizing decolonial epistemologies, which Home Bhabha calls the "third space of enunciation," and Afro-Diasporic symbolism such as AYA to frame empowerment as a contextual, historically informed, and culturally embodied process and artistically workable. The transformative paradigm was chosen because, while ethical and scientific procedural constraints protect the research, they also limit access to information that could reveal the participants' identities. Adding a layer of depth, the researcher's self-reflection on how the experiments influence or alter her provides additional insight into the collective experience, albeit not a complete representation. This approach respects ethical considerations and data protection. This dissertation examines five artistic projects developed during the PhD—three original plays and two theater workshops—through a cyclical, spiral structure inspired by Afro Diasporic concepts. This research investigates how artists and spectators experience, articulate, and negotiate empowerment within specific theatrical contexts, using these artistic works as its primary field of inquiry. Through mixed methods that include quantitative and qualitative feedback, audience observation, and experimental tools informed by neuroscience, the study analyzes the conditions that shape agency and spectatorship in each project. It also reflects on how artistic creation can function as a space for resistance, reinvention, and self-determination within these practices. Rather than establishing universal conclusions, the dissertation draws insights directly from these artistic experiences, contributing to broader discussions about how theater may incite agency in the present and in the future, it helps imagine. Ultimately, the thesis argues that empowerment in theater arises not from interactivity alone, but from ethical, aesthetic, and relational practices that cultivate autonomy, critical imagination, and collective possibility. Through the symbolic lenses of Ubuntu (to start) and Iroko (to end), the work affirms a cyclical and communal understanding of artistic research, where new futures sprout from ancestral knowledge and from the shared responsibility of artists and spectators in making meaning together.
Esta dissertação investiga onde e como o empoderamento surge na prática teatral, examinando os processos através dos quais tanto artistas como espectadores constroem agência nas condições contemporâneas moldadas pelas tecnologias digitais, tensões pós-coloniais e estruturas biopolíticas e necropolíticas. O estudo examina como as práticas artísticas produzem, negociam ou inibem o empoderamento. Baseada num paradigma transformativo que rejeita alegações de neutralidade, a tese parte do lugar de fala da autora como mulher brasileira mestiça do Sul Global, mobilizando epistemologias descoloniais, o «terceiro espaço de enunciação» e simbolismos afro-diaspóricos, como AYA, para enquadrar o empoderamento como um processo contextual, historicamente informado, culturalmente incorporado e artisticamente viável. Esta tese examina cinco projetos artísticos desenvolvidos durante o doutorado — três peças originais e duas oficinas de teatro — por meio de uma estrutura cíclica e espiralada inspirada em conceitos afro-diaspóricos. Esta pesquisa investiga como artistas e espectadores experimentam, articulam e negociam o empoderamento em contextos teatrais específicos, usando essas obras artísticas como seu principal campo de investigação. Através de métodos mistos que incluem feedback quantitativo e qualitativo, observação do público e ferramentas exploratórios baseadas na neurociência, o estudo analisa as condições que incitam a agência e a espectatorialidade em cada projeto. Também reflete sobre como a criação artística pode funcionar como um espaço de resistência, reinvenção e autodeterminação dentro dessas práticas. Em vez de estabelecer conclusões universais, a dissertação extrai insights diretamente dessas experiências artísticas, contribuindo para discussões mais amplas sobre como o teatro pode promover a agência no presente e no futuro que ajuda a imaginar. Em última análise, a tese argumenta que o empoderamento no teatro não surge apenas da interatividade, mas de práticas éticas, estéticas e relacionais que cultivam a autonomia, a imaginação crítica e a possibilidade coletiva. Por meio das lentes simbólicas de Ubuntu (para começar) e Iroko (para terminar), o trabalho afirma uma compreensão cíclica e comunitária da investigação artística, onde novos futuros brotam do conhecimento ancestral e da responsabilidade partilhada de artistas e espectadores em criar significado juntos.
Esta dissertação investiga onde e como o empoderamento surge na prática teatral, examinando os processos através dos quais tanto artistas como espectadores constroem agência nas condições contemporâneas moldadas pelas tecnologias digitais, tensões pós-coloniais e estruturas biopolíticas e necropolíticas. O estudo examina como as práticas artísticas produzem, negociam ou inibem o empoderamento. Baseada num paradigma transformativo que rejeita alegações de neutralidade, a tese parte do lugar de fala da autora como mulher brasileira mestiça do Sul Global, mobilizando epistemologias descoloniais, o «terceiro espaço de enunciação» e simbolismos afro-diaspóricos, como AYA, para enquadrar o empoderamento como um processo contextual, historicamente informado, culturalmente incorporado e artisticamente viável. Esta tese examina cinco projetos artísticos desenvolvidos durante o doutorado — três peças originais e duas oficinas de teatro — por meio de uma estrutura cíclica e espiralada inspirada em conceitos afro-diaspóricos. Esta pesquisa investiga como artistas e espectadores experimentam, articulam e negociam o empoderamento em contextos teatrais específicos, usando essas obras artísticas como seu principal campo de investigação. Através de métodos mistos que incluem feedback quantitativo e qualitativo, observação do público e ferramentas exploratórios baseadas na neurociência, o estudo analisa as condições que incitam a agência e a espectatorialidade em cada projeto. Também reflete sobre como a criação artística pode funcionar como um espaço de resistência, reinvenção e autodeterminação dentro dessas práticas. Em vez de estabelecer conclusões universais, a dissertação extrai insights diretamente dessas experiências artísticas, contribuindo para discussões mais amplas sobre como o teatro pode promover a agência no presente e no futuro que ajuda a imaginar. Em última análise, a tese argumenta que o empoderamento no teatro não surge apenas da interatividade, mas de práticas éticas, estéticas e relacionais que cultivam a autonomia, a imaginação crítica e a possibilidade coletiva. Por meio das lentes simbólicas de Ubuntu (para começar) e Iroko (para terminar), o trabalho afirma uma compreensão cíclica e comunitária da investigação artística, onde novos futuros brotam do conhecimento ancestral e da responsabilidade partilhada de artistas e espectadores em criar significado juntos.
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Palavras-chave
Empowerment Theatre of the oppressed Spectatorship Artistic research Decolonial theory Participatory theatre practives Empoderamento Estética do oprimido Espectatorialidade Pesquisa em artes Teoria decolonial Práticas teatrais participativas
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