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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
This study aims at offering a further contribution to resolving the puzzle of conflicting literature regarding the value of hiring a top-tier investment bank to advise on an M&A transaction, from the acquirer’s standpoint. We investigate whether the relationship reputation-quality-price holds in the market for M&A advisory services. Using a sample of 5,033 domestic and cross-border deals between 1980 and 2019, we show that top-tier advisers provide higher announcement returns for the acquirer, but only in public and subsidiary domestic transactions. This work also demonstrates that this superior service originates from the advisers’ ability to extract a larger share of the synergies created by the deal from the negotiations, in favor of acquirers. We close the circle by showing that, in line with their reputation, top-tier advisers charge an average 0.32% of deal value more than their less prestigious counterparts, corroborating the reputation-quality-price hypothesis.
Este estudo procura contribuir para a resolução do puzzle de literatura conflituante relativamente ao valor gerado pela contratação de um banco de investimento de primeira linha (“bulge-bracket”) para assessorar uma transação de fusão ou aquisição¸ pela perspetiva da empresa adquirente. Nesse sentido, é investigado se a relação entre reputação, qualidade e preço é válida no mercado de serviços de assessoria a fusões e aquisições. Usando uma amostra de 5033 transações, domésticas e internacionais, entre 1980 e 2019, este ensaio evidencia que bancos de reputação notoriamente superior produzem retornos de mercado mais elevados, à volta da data de anúncio do negócio, mas apenas no contexto de transações domésticas cujo alvo são empresas públicas ou subsidiárias. Este trabalho demonstra, igualmente, que a origem deste serviço superior reside na capacidade destes bancos de, aquando das negociações, extraírem uma parcela superior das sinergias criadas pela transação, em favor do adquirente. O círculo completa-se mostrando que, de acordo com a sua mais abrangente reputação, os bancos de primeira linha cobram, em média, 0,32% do valor da transação mais do que os seus pares menos prestigiados, corroborando a hipótese sobre a relação entre reputação, qualidade e preço mencionada acima.
Este estudo procura contribuir para a resolução do puzzle de literatura conflituante relativamente ao valor gerado pela contratação de um banco de investimento de primeira linha (“bulge-bracket”) para assessorar uma transação de fusão ou aquisição¸ pela perspetiva da empresa adquirente. Nesse sentido, é investigado se a relação entre reputação, qualidade e preço é válida no mercado de serviços de assessoria a fusões e aquisições. Usando uma amostra de 5033 transações, domésticas e internacionais, entre 1980 e 2019, este ensaio evidencia que bancos de reputação notoriamente superior produzem retornos de mercado mais elevados, à volta da data de anúncio do negócio, mas apenas no contexto de transações domésticas cujo alvo são empresas públicas ou subsidiárias. Este trabalho demonstra, igualmente, que a origem deste serviço superior reside na capacidade destes bancos de, aquando das negociações, extraírem uma parcela superior das sinergias criadas pela transação, em favor do adquirente. O círculo completa-se mostrando que, de acordo com a sua mais abrangente reputação, os bancos de primeira linha cobram, em média, 0,32% do valor da transação mais do que os seus pares menos prestigiados, corroborando a hipótese sobre a relação entre reputação, qualidade e preço mencionada acima.
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Palavras-chave
Mergers Acquisitions Financial adviser Reputation Investment bank Advisory services Bulge-bracket Top-tier Advisory fees Takeover Acquirer Better merger Skilled negotiation
