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This thesis investigates whether optimised portfolio strategies can consistently outperform naïve equal-weight diversification across distinct phases of financial crises. The analysis extends an unconditional portfolio evaluation framework by introducing explicit crisis-regime conditioning. Crises are identified using a drawdown-based classification methodology that partitions the market timeline into four sequential phases: pre-crisis, crisis, drawdown, and recovery. The empirical analysis spans three geographic regions, the United States, Europe, and Japan, and four asset universes derived from common equity factor models.Two layers of strategies are evaluated. The first comprises classical mean-variance and minimum-variance optimisation strategies. The second comprises phase-conditioned long-short strategies that construct portfolio signals from the return histories of prior crisis episodes. Results reveal a striking crisis and draw down-recovery asymmetry. During the sub-phases crisis and draw down, constrained minimum-variance strategies produce statistically significant out performance of the equal-weight benchmark across all regions and universes. During the recovery phase, all classical strategies significantly under perform the benchmark, reflecting the cost of backward-looking covariance estimates calibrated on high-stress market environments.Phase-conditioned long-short strategies generate full-sample Sharpe ratios and certainty equivalent returns above the equal-weight benchmark, an achievement absent from every phase of every classical strategy, with out performance concentrated in the sub-phases crisis and draw down. These findings demonstrate that the aggregate conclusion of the prior literature conceals structurally distinct phase-level behaviour. Regime-aware signal construction, rather than optimisation refinement alone, is the primary source of exploitable out performance relative to naïve diversification.
Esta tese investiga se as estratégias de carteira otimizadas superam a diversificação ingénua de pesos iguais em diferentes fases de diversas crises financeiras. As crises são identificadas através de uma metodologia baseada na queda de valor máximo acumulado, dividindo a linha temporal de cada crise em quatro fases: pré-crise, crise, queda e recuperação. A análise empírica abrange os Estados Unidos, a Europa e o Japão, em quatro universos de ativos financeiros derivados de modelos de fatores de ações.São avaliadas duas categorias de estratégias: estratégias clássicas de otimização de média variância e de variância mínima, assim como estratégias long-short condicionadas à fase, que constroem sinais a partir dos históricos de rendibilidade de crises anteriores.Os resultados revelam uma assimetria entre a crise e a recuperação. Na subfase de crise e na fase de queda, as estratégias de variância mínima produzem um desempenho estatisticamente significativo superior face ao índice de referência em todas as regiões e universos de ativos. Na fase de recuperação, todas as estratégias clássicas apresentam um desempenho significativamente inferior, refletindo o custo de estimativas de covariância calibradas em condições de stress elevado. As estratégias long-short condicionadas à fase são as únicas a gerar rácios de Sharpe e retornos equivalentes à certeza superiores ao índice de referência na amostra completa, com um desempenho concentrado na crise e queda. Estes resultados demonstram que conclusões agregadas ocultam comportamento distinto entre fases, e que sinais sensíveis ao regime constituem a principal fonte de desempenho superior face à diversificação ingénua.
Esta tese investiga se as estratégias de carteira otimizadas superam a diversificação ingénua de pesos iguais em diferentes fases de diversas crises financeiras. As crises são identificadas através de uma metodologia baseada na queda de valor máximo acumulado, dividindo a linha temporal de cada crise em quatro fases: pré-crise, crise, queda e recuperação. A análise empírica abrange os Estados Unidos, a Europa e o Japão, em quatro universos de ativos financeiros derivados de modelos de fatores de ações.São avaliadas duas categorias de estratégias: estratégias clássicas de otimização de média variância e de variância mínima, assim como estratégias long-short condicionadas à fase, que constroem sinais a partir dos históricos de rendibilidade de crises anteriores.Os resultados revelam uma assimetria entre a crise e a recuperação. Na subfase de crise e na fase de queda, as estratégias de variância mínima produzem um desempenho estatisticamente significativo superior face ao índice de referência em todas as regiões e universos de ativos. Na fase de recuperação, todas as estratégias clássicas apresentam um desempenho significativamente inferior, refletindo o custo de estimativas de covariância calibradas em condições de stress elevado. As estratégias long-short condicionadas à fase são as únicas a gerar rácios de Sharpe e retornos equivalentes à certeza superiores ao índice de referência na amostra completa, com um desempenho concentrado na crise e queda. Estes resultados demonstram que conclusões agregadas ocultam comportamento distinto entre fases, e que sinais sensíveis ao regime constituem a principal fonte de desempenho superior face à diversificação ingénua.
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Palavras-chave
Naïve diversification Portfolio optimisation Financial crisis CMAX Phase-conditioned strategies Diversificação ingénua Optimização de carteiras Crise financeira Estratégias condicionadas por fase
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