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Orientador(es)
Resumo(s)
The evolution of business theory and practice in the last decades brought to light the importance of non-financial performance indicators in corporate reporting. This thesis aims to study the evolution and current practice of reporting of non-financial measures of Environmental, Social and Governance (ESG) performance in a sample of ten banks supervised by the European Central Bank. The comparative analysis of banks’ disclosed reports in the years of 2007, 2016 and 2019, based on selected standards representing the best practices in the market regarding ESG reporting, resulted in a total of 5,324 reported/not-reported observations reflecting the extent to which banks’ disclosures are coherent with the standards. Comparing through reporting scores the number of disclosures actually reported by banks to the total number of analyzed disclosures showed that the selected banks only partially comply with ESG reporting standards, and particularly struggle in the areas of environmental and social performance. Corporate Governance reporting practices are the ones most aligned with the selected standards in all three years. All banks (with only one exception in social reporting) were found to improve their reporting practices throughout the years in the three ESG dimensions. Results show that significant evolution has occurred, which is undoubtedly linked to the fact that non-financial reporting not only mitigates reputational risks and contributes to social legitimacy, but also entails an opportunity to better align the interests of managers to those of the stakeholders, and helps to ensure that these stakeholders’ demand for information is met.
A evolução da teoria e prática empresariais nas últimas décadas destacou a importância de indicadores não-financeiros de performance no relato empresarial. A presente tese estuda a evolução e a prática atual de relato de medidas não-financeiras de desempenho ambiental, social e de governance (ESG) numa amostra de dez bancos supervisionados pelo Banco Central Europeu. A análise comparativa da informação publicada pelos bancos nos anos de 2007, 2016 e 2019, baseada em critérios selecionados que representam as melhores práticas de mercado em termos de relato ESG, resultou num total de 5,324 observações de reportado/não-reportado que refletem em que medida os relatórios dos bancos são coerentes com os standards. Comparar através de scores de relato o número de divulgações reportadas de facto pelos bancos com o número total de divulgações analisadas, demonstrou que os bancos selecionados apenas cumprem parcialmente com os standards de relato ESG, tendo particular dificuldade nas áreas de desempenho ambiental e social. As práticas de relato de Corporate Governance são aquelas mais alinhadas com os standards selecionados nos três anos. Todos os bancos (com exceção de um quanto ao reporte social) melhoraram as suas práticas de relato ao longo dos anos nas três dimensões ESG. Os resultados demonstram uma evolução significativa, que está decisivamente ligada ao facto de o relato não-financeiro mitigar riscos reputacionais, contribuir para a legitimidade social, e criar a oportunidade de alinhar os interesses dos gestores aos dos stakeholders, procurando assegurar que sejam satisfeitas as suas expetativas de informação.
A evolução da teoria e prática empresariais nas últimas décadas destacou a importância de indicadores não-financeiros de performance no relato empresarial. A presente tese estuda a evolução e a prática atual de relato de medidas não-financeiras de desempenho ambiental, social e de governance (ESG) numa amostra de dez bancos supervisionados pelo Banco Central Europeu. A análise comparativa da informação publicada pelos bancos nos anos de 2007, 2016 e 2019, baseada em critérios selecionados que representam as melhores práticas de mercado em termos de relato ESG, resultou num total de 5,324 observações de reportado/não-reportado que refletem em que medida os relatórios dos bancos são coerentes com os standards. Comparar através de scores de relato o número de divulgações reportadas de facto pelos bancos com o número total de divulgações analisadas, demonstrou que os bancos selecionados apenas cumprem parcialmente com os standards de relato ESG, tendo particular dificuldade nas áreas de desempenho ambiental e social. As práticas de relato de Corporate Governance são aquelas mais alinhadas com os standards selecionados nos três anos. Todos os bancos (com exceção de um quanto ao reporte social) melhoraram as suas práticas de relato ao longo dos anos nas três dimensões ESG. Os resultados demonstram uma evolução significativa, que está decisivamente ligada ao facto de o relato não-financeiro mitigar riscos reputacionais, contribuir para a legitimidade social, e criar a oportunidade de alinhar os interesses dos gestores aos dos stakeholders, procurando assegurar que sejam satisfeitas as suas expetativas de informação.
Descrição
Palavras-chave
Non-financial reporting ESG Corporate reporting European banks Reporting scores Indicators Stakeholders Relato não-financeiro Relato empresarial Bancos europeus Score de relato Indicadores
