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Publicação

O colonialismo (não) está morto: uma análise pós-colonial do conflito israelo-palestiniano

dc.contributor.authorLourenço, Ana Maria Quadrado
dc.contributor.authorLeal, Andreia Sofia Barbosa
dc.contributor.authorMachado, Diana Maria Granado
dc.contributor.authorBarbosa, Iolanda Castro
dc.contributor.authorBento, Mariana Fernandes
dc.date.accessioned2026-05-21T14:18:43Z
dc.date.available2026-05-21T14:18:43Z
dc.date.issued2026-05-04
dc.description.abstractO que é hoje o Estado de Israel nasceu em 1948, num processo mediado pelas Nações Unidas durante a divisão da Palestina. No contexto da primeira revolta palestiniana, o Hamas emergiu no final dos anos 80 com um compromisso à resistência armada contra a ocupação israelita, visando substituí-la com um Estado palestiniano. Após décadas de tensão, os ataques de outubro de 2023 desencadearam mudanças na conjuntura geopolítica da região, causando uma mudança de paradigma no discurso político. Enquanto contribuições académicas anteriores se focam na abordagem colonial a um conflito intraestadual e em propor definições para o mesmo, este artigo interpreta o impacto do colonialismo no conflito Israelo-Palestiniano a partir de uma lente pós-colonial, através da desconstrução de discursos de atores internacionais relevantes após setembro de 2023 e com cinco categorias como guias teóricos - “Colonialismo de Povoamento”, “Preconceito”, “Restrição de Liberdades” e “Violência”. A análise sugere a conclusão de que, do ponto de vista da maioria dos atores internacionais, a Palestina é a parte oprimida no conflito.por
dc.description.abstractWhat is today the State of Israel was founded in 1948, in a process mediated by the United Nations during the division of Palestine. In the context of the first Palestinian uprising, Hamas emerged in the late 1980s with the commitment to armed resistance against the Israeli occupation, aiming to replace it with a Palestinian State. After decade-long tensions, the October 2023 attacks triggered changes in the regional geopolitical conjuncture, causing a paradigm shift in political discourse. While previous academic contributions focus on the colonial approach to an intrastate conflict and propose solutions to define it, this article interprets the impact of colonialism in the Israeli-Palestinian conflict through a post-colonial lens, deconstructing discourses of significant international actors after September 2023 with five categories as theoretical guides – “Settler Colonialism”, “Prejudice”, “Segregation”, “Restrictions to Freedom”, and “Violence”. The analysis points to the conclusion that, in the perspective of most international actors, Palestine is the oppressed party in the conflict.eng
dc.identifier.doi10.26619/1647-7251.17.1.23
dc.identifier.eid105038116243
dc.identifier.other6631b55f-3593-44ef-be74-3b00ac152705
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/57797
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
dc.publisherOBSERVARE - Observatorio de Relacoes Exteriores (Observatory for External Relations)
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
dc.subjectEstado da Palestinapor
dc.subjectNações Unidaspor
dc.subjectColonialismopor
dc.subjectConflitopor
dc.subjectAtores internacionaispor
dc.subjectState of Palestineeng
dc.subjectUnited Nationseng
dc.subjectColonialismeng
dc.subjectConflicteng
dc.subjectInternational actorseng
dc.titleO colonialismo (não) está morto: uma análise pós-colonial do conflito israelo-palestiniano
dc.typeresearch article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage476
oaire.citation.issue1
oaire.citation.startPage449
oaire.citation.volume17
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85

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