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Resumo(s)
Non-suicidal self-injury is characterized by the deliberate infliction of harm to one’s own body without the intention of committing suicide. These behaviors have shown significant prevalence in previous studies. This study aimed to characterize the relationship between such practices, experiential avoidance, self-critical rumination, and perfectionism among Portuguese adults. A predictive correlational study was conducted with 365 participants (M = 23.91 years, 78.40% female), using the Self-Injury Questionnaire, Acceptance and Action Questionnaire, Self-Critical Rumination Scale, and the Hewitt & Flett Multidimensional Perfectionism Scale – 13. Results showed that 32.50% (n = 53) of participants engaged in non-suicidal self-injury in the past month. These behaviors showed weak negative correlations with experiential avoidance (rs = -.32, p < .001), self-critical rumination (rs = .14, p < .01), and socially prescribed perfectionism (rs = -.21, p < .001). Additionally, statistically significant negative correlations were found between age and Other-Oriented Perfectionism (rs = -.12, p < .05) as well as Self-Critical Rumination (rs = -.15, p < .01). Gender was significantly correlated only with Self-Critical Rumination (p < .01). Experiential avoidance (B = -0.01, t = -4.39, p < .001) and self-critical rumination (B = 0.10, β = 0.17, t = 2.72, p < .01) proved to be statistically significant predictors of self-injury. It is concluded that early intervention on psychological variables such as experiential avoidance, self-critical rumination, and perfectionism may help prevent the occurrence of self-injury.
Os ferimentos autoinfligidos, sem intenção suicida, caracterizam-se por causar dano deliberado ao próprio corpo, sem intenção de cometer suicídio. Estes comportamentos foram observados com prevalência significativa em estudos anteriores. Neste estudo, visamos caracterizar a relação entre estas práticas, a evitação experiencial, a ruminação autocrítica e o perfeccionismo nos adultos portugueses. Realizamos um estudo correlacional preditivo, com 365 participantes (M = 23.91 anos, 78.40% do sexo feminino) com recurso ao Questionário de Ferimentos Autoinfligidos, Questionário de Aceitação e Ação, Escala de Ruminação Autocrítica e Escala Multidimensional de Perfecionismo de Hewitt & Flett – 13. Verificou-se que 32.50% (n = 53) dos participantes estiveram envolvidos em ferimentos autoinfligidos sem intenção suicida no último mês. Estes comportamentos evidenciaram relações estatisticamente negativas fracas com a evitação experiencial (rs = -.32, p < .001), a ruminação autocrítica (rs = -.14, p < .01) e com o perfecionismo socialmente prescrito (rs = .21, p < .001). Foram ainda aferidas correlações estatisticamente significativas negativas entre a idade e o Perfecionismo Orientado para os Outros (rs = -.12, p < .05) e a ruminação autocrítica (rs = -.15, p < .01). A variável sexo obteve uma correlação estatisticamente significativa com a ruminação autocrítica (p<.01). A evitação experiencial (B = -0.01, t = 4.39, p <.001) e a ruminação autocrítica (B = 0.10, β = 0.17, t = 2.72, p <.01) demonstraram ser preditores estatisticamente significativos dos ferimentos autoinfligidos. Conclui-se que a intervenção precoce em variáveis psicológicas, como a evitação experiencial, a ruminação autocrítica e o perfecionismo, poderá constituir uma estratégia preventiva relevante na redução do risco de ferimentos autoinfligidos.
Os ferimentos autoinfligidos, sem intenção suicida, caracterizam-se por causar dano deliberado ao próprio corpo, sem intenção de cometer suicídio. Estes comportamentos foram observados com prevalência significativa em estudos anteriores. Neste estudo, visamos caracterizar a relação entre estas práticas, a evitação experiencial, a ruminação autocrítica e o perfeccionismo nos adultos portugueses. Realizamos um estudo correlacional preditivo, com 365 participantes (M = 23.91 anos, 78.40% do sexo feminino) com recurso ao Questionário de Ferimentos Autoinfligidos, Questionário de Aceitação e Ação, Escala de Ruminação Autocrítica e Escala Multidimensional de Perfecionismo de Hewitt & Flett – 13. Verificou-se que 32.50% (n = 53) dos participantes estiveram envolvidos em ferimentos autoinfligidos sem intenção suicida no último mês. Estes comportamentos evidenciaram relações estatisticamente negativas fracas com a evitação experiencial (rs = -.32, p < .001), a ruminação autocrítica (rs = -.14, p < .01) e com o perfecionismo socialmente prescrito (rs = .21, p < .001). Foram ainda aferidas correlações estatisticamente significativas negativas entre a idade e o Perfecionismo Orientado para os Outros (rs = -.12, p < .05) e a ruminação autocrítica (rs = -.15, p < .01). A variável sexo obteve uma correlação estatisticamente significativa com a ruminação autocrítica (p<.01). A evitação experiencial (B = -0.01, t = 4.39, p <.001) e a ruminação autocrítica (B = 0.10, β = 0.17, t = 2.72, p <.01) demonstraram ser preditores estatisticamente significativos dos ferimentos autoinfligidos. Conclui-se que a intervenção precoce em variáveis psicológicas, como a evitação experiencial, a ruminação autocrítica e o perfecionismo, poderá constituir uma estratégia preventiva relevante na redução do risco de ferimentos autoinfligidos.
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Palavras-chave
Adultos Adults Evitação experiencial Experiential avoidance Ferimentos autoinfligidos sem intenção suicida Jovens adultos Non-suicidal self-injury Perfecionismo Perfectionism Ruminação autocrítica Self-critical rumination Young adults
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