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Planeamento avançado de cuidados e práticas de tomada de decisão no doente com DPOC

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorCapelas, Manuel Luís
dc.contributor.authorAmaro, Maria Piedade Pacheco
dc.date.accessioned2019-11-15T14:01:12Z
dc.date.available2019-11-15T14:01:12Z
dc.date.issued2019-06-17
dc.description.abstractIntrodução: Cuidados paliativos (CP) podem melhorar a qualidade de vida e morte de doentes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC). A comunicação precoce sobre a trajetória da doença e a provável necessidade de CP é crucial para assegurar cuidados de fim de vida de qualidade. Objetivos: Quantificar práticas relativas a CP, Planeamento Avançado de Cuidados (PAC) e tomada de decisões médicas partilhadas em doentes com DPOC. Descrever perceções e atitudes de pneumologistas em relação a esses processos e identificar as suas necessidades de treino em CP. Métodos: Amostragem por conveniência em 9/18 Hospitais/Centros Hospitalares portugueses participantes (H/CH) e acidental para doentes e pneumologistas. Os dados foram anonimizados na origem. Analisados dados provenientes dos processos clínicos de 178 doentes com DPOC que reuniam critérios de fim de vida e frequentavam Consultas Externas de Pneumologia (CEP) de H/CH participantes. Respostas a um questionário respondidas por 28 especialistas em pneumologia e 9 residentes da especialidade e dados de 8/9 questionários caracterizantes dos H/CH participantes. Resultados: Durante o período do estudo, 6/178 (3,4%) dos doentes selecionados estavam a ser acompanhados por equipas de CP (ECP). 3/178 (1,7%) tinham tido discussões sobre sedação paliativa, 10/176 (5,7%) tinham decisões de não reanimar (DNR) e 1/176 (0,6%) de ressuscitação potencial. 11/177 (6,2%) tinham decisões sobre ventilação mecânica (VM), das quais 9 (5,1%) tinham ventilação não invasiva (VNI) como teto de tratamento. 2 (1,1%) doentes recusavam receber qualquer forma de VM. Constatou-se ausência de registos, (0/177) relativos a discussões sobre preferência do local de morte. A autoavaliação dos pneumologistas revelou baixos/moderados níveis de competência no uso do PAC. Barreiras identificadas incluíram a falta de treino (33/36; 92%), prioridade crítica destacada por este estudo. Conclusões: Estes resultados sugerem necessidade urgente de melhorias nas atitudes e nas práticas clínicas dos pneumologistas em relação às necessidades paliativas de doentes com DPOC. Parametrização das práticas e alocação de recursos no País devem ser promovidos a fim de prover cuidados de fim de vida de qualidade a doentes com DPOC.pt_PT
dc.description.abstractIntroduction: Palliative care (PC) can improve quality of life and death among patients with Chronic Obstructive Pulmonary Disease (COPD). Early communication about the disease trajectory and the likely need for PC is crucial to ensure quality end-of-life care. Aims: To quantify current practices concerning PC, Advance Care Planning (ACP) and shared medical decision-making in COPD patients. To describe pulmonologists’ perceptions and attitudes to these processes and identify their training needs in PC. Methods: Convenience sampling in 9/18 participating Portuguese Hospitals/Hospital Centers (H/HCs) and accidental sampling among patients and pulmonologists. All data were anonymized at the source. Data from the clinical records of 178 COPD patients who met end-of-life criteria and were attending the Outpatient Pulmonology Clinics (OPC) of the participating H/HCs were analyzed, as well as responses to a written questionnaire obtained from 28 accredited pulmonologists and 9 pulmonology residents, and 8/9 questionnaires returned characterizing the H/HCs. Results: During the designated study interval, 6/178 (3.4%) of the selected patients were being followed up by PC teams. 3/178 (1.7%) had had discussions about palliative sedation, 10/176 (5.7%) had do-not-resuscitate (DNR) decisions, and 1/176 (0.6%) on potential resuscitation. 11/177 (6.2%) had recorded decisions on mechanical ventilation (MV), of which 9 (5.1%) had non-invasive ventilation (NIV) as the ceiling of treatment. 2 (1.1%) patients refused to receive any MV. No records, (0/177) contained references to discussion about preferred place for dying. Self-assessment by pulmonologists revealed only low/moderate levels of competence using ACPs. The identified barriers included lack of training (33/36; 92%) and this was highlighted as a critical priority. Conclusions: These findings suggest the urgent need to develop improvements in attitudes and practice among pulmonologists towards the palliative needs of COPD patients. National practice parameters and resource allocation should be promoted in order to provide quality end-of-life care for COPD patients.pt_PT
dc.identifier.tid202293670pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/28757
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectDoença pulmonar obstrutiva crónicapt_PT
dc.subjectCuidados paliativospt_PT
dc.subjectPlaneamento avançado de cuidadospt_PT
dc.subjectFim de vidapt_PT
dc.subjectChronic obstructive pulmonary diseasept_PT
dc.subjectPalliative carept_PT
dc.subjectAdvance care planningpt_PT
dc.subjectEnd-of-lifept_PT
dc.titlePlaneamento avançado de cuidados e práticas de tomada de decisão no doente com DPOCpt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Cuidados Paliativospt_PT

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