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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Motivated by the research of Ang, Xing, and Zhang (2006, 2009), which documents a negative
relation between idiosyncratic volatility (IVOL) and future stocks returns, this analysis uses
extreme daily returns to undo this effect and solve the recent found idiosyncratic volatility
puzzle. This thesis uses data from the U.S stock market for the period from July 1962 to May
2018 to compute portfolios sorted on extreme daily returns and to run Fama MacBeth
multivariate analysis. Through this analysis this study finds that maximum daily returns
(MAX) are able to reverse the negative effect of idiosyncratic volatility. It also shows that
when using both maximum and minimum daily returns (MIN), the effect of idiosyncratic
volatility disappears completely. Finally, this study shows evidence that the idiosyncratic
volatility effect diminishes in more recent years, specifically from 1991 to May 2018.
Concluding that for the second period, both MIN and MAX individually do a good work at
canceling the IVOL puzzle.
Motivado pela investigação de Ang, Xing e Zhang (2006, 2009), que documenta uma relação negativa entre a volatilidade idiossincrática (IVOL) e retornos futuros de acções, esta análise utiliza retornos extremos diários para desfazer este efeito e solucionar o puzzle recentemente encontrado referente à volatilidade idiossincrática. Esta tese utiliza dados do mercado de ações dos EUA no período de Julho de 1962 a Maio de 2018 para construir carteiras de acções com base em retornos diários extremos e também executa análises Fama MacBeth com múltiplas variáveis. Através desta análise, este estudo considera que os retornos máximos diários (MAX) são capazes de reverter o efeito negativo da volatilidade idiossincrática. Também mostra que, ao usar os retornos diários máximo e mínimo (MIN), o efeito da volatilidade idiossincrática desaparece completamente. Finalmente, este estudo mostra evidências de que o efeito da volatilidade idiossincrática diminui nos anos mais recentes, especificamente de 1991 a Maio de 2018. Concluindo que, para o segundo período, tanto o MIN quanto o MAX fazem um bom trabalho para cancelar o puzzle do IVOL.
Motivado pela investigação de Ang, Xing e Zhang (2006, 2009), que documenta uma relação negativa entre a volatilidade idiossincrática (IVOL) e retornos futuros de acções, esta análise utiliza retornos extremos diários para desfazer este efeito e solucionar o puzzle recentemente encontrado referente à volatilidade idiossincrática. Esta tese utiliza dados do mercado de ações dos EUA no período de Julho de 1962 a Maio de 2018 para construir carteiras de acções com base em retornos diários extremos e também executa análises Fama MacBeth com múltiplas variáveis. Através desta análise, este estudo considera que os retornos máximos diários (MAX) são capazes de reverter o efeito negativo da volatilidade idiossincrática. Também mostra que, ao usar os retornos diários máximo e mínimo (MIN), o efeito da volatilidade idiossincrática desaparece completamente. Finalmente, este estudo mostra evidências de que o efeito da volatilidade idiossincrática diminui nos anos mais recentes, especificamente de 1991 a Maio de 2018. Concluindo que, para o segundo período, tanto o MIN quanto o MAX fazem um bom trabalho para cancelar o puzzle do IVOL.
Descrição
Palavras-chave
Idiosyncratic volatility Cross-section of stock returns Lottery-like payoffs Extreme returns Volatilidade idiossincrática Cross-section do retorno de acções Ativos tipo lotarias Retornos extremos
