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Integrating generative AI chatbots in higher education : exploring the perceived impact

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Resumo(s)

The emergence of generative artificial intelligence (GenAI) chatbots, powered by large language models (LLMs), is reshaping the landscape of higher education. Tools such as ChatGPT are becoming embedded in students’ everyday academic practices, provoking both enthusiasm for their pedagogical potential and concern over their ethical implications. This dissertation seeks to examine how students in European universities perceive and use GenAI chatbots, with particular attention to their potential impact on learning processes, autonomy, and institutional trust. Adopting a mixed-methods design, the study combines a survey of university students with follow-up semi-structured interviews, thereby aiming to provide both breadth and depth of insight. To frame the educational implications of chatbot use, the research draws on four intersecting theoretical perspectives: Constructivist Learning Theory, Self-Regulated Learning, Blended Learning, and Personalised Learning. These perspectives are synthesised in the AI-Mediated Learning Behaviour (AIMLB) model, an original framework developed in this dissertation to guide both the design of research instruments and the interpretation of findings. Findings suggest that students engage with chatbots in pragmatic ways, using them primarily for clarification, brainstorming, and efficiency, often without explicit institutional guidance. While many report perceived benefits aligned with self-regulated and personalised learning, risks of dependency, superficial engagement, and ethical ambiguity also emerge. A gap appears between student-led adoption and institutional preparedness, with universities tending to prioritise plagiarism prevention over constructive integration. The study proposes that the educational value of GenAI depends less on the technology itself than on its pedagogical framing and ethical governance. It argues that universities may need to develop policies that balance innovation with responsibility, embed AI literacy into curricula, and reimagine assessment practices for an AI-augmented learning environment. By foregrounding student perspectives, this dissertation seeks to contribute to a more nuanced understanding of how generative AI is reshaping higher education, while encouraging approaches that promote equity, integrity, and deep learning.
O surgimento dos chatbots de inteligência artificial generativa (GenAI), baseados em grandes modelos de linguagem (LLMs), está a transformar profundamente o ensino superior. Ferramentas como o ChatGPT estão progressivamente presentes no quotidiano académico dos estudantes, despertando simultaneamente entusiasmo pelo seu potencial pedagógico e preocupação relativamente às suas implicações éticas. Esta dissertação procura analisar como os estudantes das universidades europeias percecionam e utilizam os chatbots de GenAI, com especial atenção ao seu possível impacto nos processos de aprendizagem, na autonomia do estudante e na confiança institucional. Recorrendo a uma metodologia mista, o estudo combina um inquérito quantitativo a estudantes universitários com entrevistas semiestruturadas de seguimento, procurando oferecer simultaneamente uma visão ampla e aprofundada. Para enquadrar as implicações educativas do uso de chatbots, a investigação apoia-se em quatro quadros teóricos complementares: Teoria da Aprendizagem Construtivista, Aprendizagem Autorregulada, Ensino Híbrido e Aprendizagem Personalizada. Estas perspetivas são sintetizadas no modelo AI-Mediated Learning Behaviour (AIMLB), um quadro original desenvolvido nesta dissertação para orientar tanto a conceção dos instrumentos de investigação como a interpretação dos resultados. Os resultados sugerem que os estudantes utilizam os chatbots de forma pragmática, sobretudo para clarificação, geração de ideias e eficiência, frequentemente sem orientação institucional explícita. Embora muitos reconheçam benefícios associados à aprendizagem autorregulada e personalizada, também se verificam riscos de dependência, envolvimento superficial e ambiguidade ética. Observa-se ainda uma lacuna entre a adoção liderada pelos estudantes e a preparação institucional, sendo que as universidades tendem a focar-se mais na prevenção do plágio do que na integração pedagógica construtiva. O estudo propõe que o valor educativo dos chatbots de GenAI não reside tanto na tecnologia em si, mas sobretudo no seu enquadramento pedagógico e na sua governação ética. Defende-se que as universidades poderão necessitar de desenvolver políticas que equilibrem inovação e responsabilidade, integrar a literacia em IA nos curricula e repensar as práticas de avaliação num ambiente de aprendizagem aumentado por IA. Ao privilegiar as perspetivas dos estudantes, esta dissertação procura contribuir para uma compreensão mais equilibrada de como a inteligência artificial generativa está a remodelar o ensino superior, incentivando abordagens que assegurem equidade, integridade e aprendizagem profunda.

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Palavras-chave

Generative AI Chatbots Higher education Constructivist learning Self-regulated learning Blended learning Personalised learning Student perceptions Inteligência artificial generativa Ensino superior Aprendizagem construtivista Aprendizagem Autorregulada Ensino híbrido Aprendizagem personalizada Perceções dos estudantes

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