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Publicação

Prevalência de depressão em adolescentes do distrito de Viseu

dc.contributor.authorAmaral, Odete
dc.contributor.authorPereira, Carlos
dc.contributor.authorVeiga, Nélio
dc.date.accessioned2021-10-15T13:57:38Z
dc.date.available2021-10-15T13:57:38Z
dc.date.issued2012-06
dc.description.abstractIntrodução: A depressão em adolescentes é uma perturbação frequente e está associada a factores sócio-demográficos e estilos de vida, podendo provocar incapacidade no desempenho individual, familiar, escolar e social. O objectivo deste estudo foi determinar a prevalência de depressão em adolescentes do distrito de Viseu e identificar factores de risco para a depressão. Participantes e métodos: Realizámos um estudo transversal, onde avaliámos os alunos do 7º-12º ano com idades compreendidas entre os 12-18 anos, de 26 escolas públicas do terceiro ciclo e secundário do distrito de Viseu. Os dados foram recolhidos através de um questionário auto-aplicado. Excluímos os questionários sem informação para o sexo e para a idade. A amostra final ficou constituída por 7434 adolescentes (54,7% do sexo feminino). A sintomatologia depressiva foi avaliada com recurso ao Inventário de Depressão de Beck (BDI-II) – versão para adolescentes e considerámos o cut-off point 13. O excesso de peso e obesidade foram avaliados utilizando o índice de massa corporal (IMC) calculado pela razão entre o peso em quilogramas e o quadrado da altura, em metros, auto-declarados (Kg/m2), de acordo com tabelas de Cole et al. As prevalências foram expressas em percentagens com os respectivos intervalos de confiança a 95% (IC95%). Resultados: A prevalência de depressão foi de 20,6%. A sintomatologia depressiva está associada com o sexo (feminino 25,9%, masculino 14,2%, p<0,01), idade (≤14 anos 17,6%, >14 anos 22,9%, p<0,01), área de residência (rural 21,7%, urbano 18,4%, p<0,01), absentismo escolar (25,6%, 17,7%, p<0,01), tabagismo (26,4%, 15,6%, p<0,01), consumo de café (24,9%, 17,4%, p<0,01), consumo de álcool (24,6%, 17,5%, p<0,01), prática de desporto (18,7%, 22,8%, p<0,01) e com o excesso de peso/obesidade (IMC≥25,0Kg/m2 24,7%, IMC<25,0Kg/m2 19,5%, p<0,01). Conclusão: A depressão em adolescentes é uma condição frequente, associada a variáveis sócio-demográficas e aos estilos de vida.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.isbn9789899671591
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/35575
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherInstituto Politécnico de Viseupt_PT
dc.subjectDepressãopt_PT
dc.subjectAdolescentespt_PT
dc.subjectPrevalênciapt_PT
dc.titlePrevalência de depressão em adolescentes do distrito de Viseupt_PT
dc.typebook part
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceViseupt_PT
oaire.citation.endPage313pt_PT
oaire.citation.startPage301pt_PT
oaire.citation.titleInvestigação em saúde. Perspectiva ética, clínica e epidemiológicapt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typebookPartpt_PT

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Nome:
Preval_ncia_de_depress_o.pdf
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