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Resumo(s)
Introduction: Capturing subgingival margins accurately is essential for indirect restorations but remains challenging for current intraoral scanners. Objective: Evaluate the depth of Reading and both accuracy of three intraoral scanners (Primescan, Trios 4 and Trios 6) in subgingival preparation with two different tooth preparation and gingival gap. Materials and Methods: Two 3D-printed models with one vertical preparation on the canine and one horizontal preparation on the molar both with 2mm subgingival margin. One model simulated with a gap of 0.25mm and one with a 0.5mm gap. Each model was scanned 10 times with each scanner. Depth of reading was assessed through linear measurements obtained with Autodesk Fusion 360 at six predefined locations in the buccal area and six at the palatal area. Accuracy was evaluated with Root Mean Square deviation analysis using Geomagic Control X. Statistical analysis were performed with a significance of p<0.05. Results: Primescan showed significantly greater depth of Reading than both Trios scanners, particularly in the 0.25mm gap, performing a mean depth of 1.23mm <br/>compared to 0.61mm for Trios 6 and 0.38 mm for Trios 4. Nonetheless, scanners performance improved with the increase of the gap from 0.25mm to 0.5mm. However, Trios scanners demonstrated lower RMS values than Primescan, these lower values were associated with reduced subgingival scanner penetration and readings. Suggesting that RMS alone may not adequately represent scanner performance mostly in subgingival areas. Horizontal preparation also exhibited greater scanning difficulty than the vertical preparation, with higher RMS values and lower reading depths. Conclusion: Scanner performance in subgingival area is affected by many factors, mostly gingival sulcus width and preparation geometry. Primescan demonstrated superior depth of reading, whereas Trios scanners showed lower RMS values. The findings suggest that scanner performance should be assessed by considering accuracy and data acquisition.
Introdução: A captura precisa das margens subgengivais é essencial para as restaurações indiretas, mas continua a ser um desafio para os atuais scanners intraorais. Objetivo: Avaliar a profundidade de leitura, bem como a precisão e a exatidão de três scanners intraorais (Primescan, Trios 4 e Trios 6) na preparação subgengival, com dois tipos diferentes de preparação dentária e espaço gengival. Materiais e Métodos: Dois modelos impressos em 3D, um com uma preparação do tipo vertical no canino e outro com uma preparação do tipo horizontal no molar, ambos com uma <br/>margem subgengival de 2 mm. Um modelo simulou um espaçamento de 0,25 mm e o outro um espaçamento de 0,5 mm. Cada modelo foi digitalizado 10 vezes com cada scanner. A profundidade de leitura foi avaliada através de medições lineares obtidas com o Autodesk Fusion 360 em seis locais predefinidos na área vestibular e seis na área palatina. A precisão foi avaliada com a análise do desvio quadrático médio utilizando o Geomagic Control X. A análise estatística foi realizada com um nível de significância de p < 0,05. Resultados: O Primescan apresentou uma profundidade de leitura significativamente maior do que ambos os scanners Trios, particularmente no intervalo de 0,25 mm, atingindo uma profundidade média de 1,23 mm, em comparação com 0,61 mm para o Trios 6 e 0,38 mm para o Trios 4. No entanto, o desempenho dos scanners <br/>melhorou com o aumento do intervalo de 0,25 mm para 0,5 mm. No entanto, os scanners Trios demonstraram valores RMS mais baixos do que o Primescan; estes valores mais baixos estiveram associados a uma penetração e leituras subgengivais reduzidas do scanner. O que sugere que o RMS, por si só, pode não representar adequadamente o desempenho do scanner, principalmente em áreas subgengivais. A preparação horizontal também apresentou maior dificuldade de digitalização do que a preparação vertical, com valores RMS mais elevados e profundidades de leitura mais baixas. Conclusão: O desempenho do scanner na área subgengival é afetado por vários fatores, principalmente a largura do sulco gengival, a geometria da preparação e o maior ou menor grau de afastamento gengival se feito. O Primescan demonstrou uma profundidade de leitura superior, enquanto os scanners Trios apresentaram valores RMS mais baixos. Os resultados sugerem que o desempenho do scanner deve ser avaliado tendo em conta a exatidão e a aquisição de dados.
Introdução: A captura precisa das margens subgengivais é essencial para as restaurações indiretas, mas continua a ser um desafio para os atuais scanners intraorais. Objetivo: Avaliar a profundidade de leitura, bem como a precisão e a exatidão de três scanners intraorais (Primescan, Trios 4 e Trios 6) na preparação subgengival, com dois tipos diferentes de preparação dentária e espaço gengival. Materiais e Métodos: Dois modelos impressos em 3D, um com uma preparação do tipo vertical no canino e outro com uma preparação do tipo horizontal no molar, ambos com uma <br/>margem subgengival de 2 mm. Um modelo simulou um espaçamento de 0,25 mm e o outro um espaçamento de 0,5 mm. Cada modelo foi digitalizado 10 vezes com cada scanner. A profundidade de leitura foi avaliada através de medições lineares obtidas com o Autodesk Fusion 360 em seis locais predefinidos na área vestibular e seis na área palatina. A precisão foi avaliada com a análise do desvio quadrático médio utilizando o Geomagic Control X. A análise estatística foi realizada com um nível de significância de p < 0,05. Resultados: O Primescan apresentou uma profundidade de leitura significativamente maior do que ambos os scanners Trios, particularmente no intervalo de 0,25 mm, atingindo uma profundidade média de 1,23 mm, em comparação com 0,61 mm para o Trios 6 e 0,38 mm para o Trios 4. No entanto, o desempenho dos scanners <br/>melhorou com o aumento do intervalo de 0,25 mm para 0,5 mm. No entanto, os scanners Trios demonstraram valores RMS mais baixos do que o Primescan; estes valores mais baixos estiveram associados a uma penetração e leituras subgengivais reduzidas do scanner. O que sugere que o RMS, por si só, pode não representar adequadamente o desempenho do scanner, principalmente em áreas subgengivais. A preparação horizontal também apresentou maior dificuldade de digitalização do que a preparação vertical, com valores RMS mais elevados e profundidades de leitura mais baixas. Conclusão: O desempenho do scanner na área subgengival é afetado por vários fatores, principalmente a largura do sulco gengival, a geometria da preparação e o maior ou menor grau de afastamento gengival se feito. O Primescan demonstrou uma profundidade de leitura superior, enquanto os scanners Trios apresentaram valores RMS mais baixos. Os resultados sugerem que o desempenho do scanner deve ser avaliado tendo em conta a exatidão e a aquisição de dados.
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Palavras-chave
Intraoral scanners Digital impression Subgingival margin Accuracy Scanners intraorais Impressões digitais Margem subgengivais Exatidão
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