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The impact of climate change on systemic risk : a top-down assessment of transition risk in the Eurozone

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This thesis analyzes the effect of transition risk from climate change on systemic risk in the financial sector in the Eurozone by estimating the expected capital shortfall of 237 publicly listed financial institutions in the Eurozone, conditional on a climate stress scenario, focusing on trends and concentration patterns. The capital shortfall is estimated utilizing a market-based top-down climate stress test methodology introduced by Jung et al. (2023), by first estimating time-varying Climate Betas for each financial institution through a rolling regression of the company stock returns on the returns of a Stranded Asset Portfolio, which is constructed to serve as a proxy for transition risk. Next, the variable CRISK is estimated, representing the expected capital shortfall of each financial institution under a stress scenario, represented by 50% decline in the return of the Stranded Asset Portfolio over a six-month period. The advantage of this methodology is that it estimates climate risk dynamically, and thus addresses its time-varying nature. Furthermore, it requires only publicly available data and relies on minimal assumptions (Jung et al., 2023). The findings of the analysis in this research thesis reveal a positive aggregate average CRISK of EUR 594,39 billion for the data sample, with differences in the distribution of CRISK among countries, sub-industries and individual financial institutions, and a significant upward trend in aggregate CRISK values throughout the observation period. In addition, the mean aggregate marginal CRISK, representing the difference in CRISK compared with a non-stressed scenario, is EUR 40,42 billion.
Este estudo trata do impacto do risco de transição decorrente do risco sistémico do sector financeiro na Zona do euro, onde é estimado um défice de capital esperado de 237 instituições financeiras cotadas na Zona do euro, condicionado a um cenário de estresse climático, com foco nas tendências e nos padrões de concentração. O défice de capital é estimado utilizando uma metodologia de teste de estresse climático top-down baseada no mercado, introduzida por Jung et al. (2023), estimando primeiro os Betas Climáticos variáveis no tempo para cada instituição financeira através de uma regressão contínua dos retornos das acções da empresa sobre os retornos de uma Carteira de Activos Desconhecidos, que é construída para servir de proxy para o risco de transição. Em seguida, é estimada a variável CRISK, que representa o défice de capital esperado de cada instituição financeira num cenário de stress, representado por uma descida de 50% no retorno da carteira de activos não recuperáveis durante um período de seis meses. A vantagem desta metodologia é a previsão do risco climático de forma dinâmica, abordando assim a sua natureza variável no tempo. Além disso, requer apenas dados publicamente disponíveis e baseia-se em pressupostos mínimos (Jung et al., 2023). Os resultados da análise revelam um CRISK médio agregado positivo de 594,39 mil milhões de euros para a amostra de dados. Além disso, a CRISK marginal média agregada, que representa a diferença na CRISK em comparação com um cenário sem stress, é de 40,42 mil milhões de euros.

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Palavras-chave

Climate change Eurozone Financial stability Stranded assets Stress testing Systemic risk Top-down stress test Transition risk Activos irrecuperáveis Alterações climáticas Estabilidade financeira Riscos de transição Risco sistémico Testes de esforço Teste de esforço top-down Zona Euro

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