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Publicação

A sucessão na empresa familiar : cláusulas de intransmissibilidade e direitos dos sócios minoritários

datacite.subject.fosCiências Sociais::Direitopt_PT
dc.contributor.advisorXavier, Maria Rita Aranha da Gama Lobo
dc.contributor.authorGouveia, Michelle Rosa Páscoa de
dc.date.accessioned2021-06-17T09:30:29Z
dc.date.available2021-06-17T09:30:29Z
dc.date.issued2020-06-30
dc.date.submitted2020
dc.description.abstractAtualmente, grande parte do tecido empresarial português é composto por empresas familiares que, assumem a forma de sociedade comercial. Sendo os sócios destas sociedades, tendencialmente, membros da família que esteve na origem da empresa, a grande maioria dos conflitos que se verificam entre eles advirão das relações pessoais estabelecidos, sobrepondo-se, não raras vezes, aos interesses ligados à gestão da própria sociedade. O reduzido número de projetos empresariais que subsistem até à terceira geração, reflete enquadramentos muito incipientes no que diz respeito à delineação e fixação dos trâmites que deverão conduzir a passagem da titularidade da sociedade perante a morte dos seus fundadores e/ou sócios. Não obstante o ambiente propício a uma maior benevolência entre os sócios, tendo em conta as relações familiares, os sócios minoritários tendem a ser afastados das decisões que conformam o destino da sociedade. Impõe-se assim, o estudo da transmissão mortis causa da titularidade de quotas e ações, em sociedades titulares de empresas familiares, focado, na (des)proteção dos sócios minoritários experimentada no decurso da vida social, partindo da consideração de que a aposição de cláusulas de intransmissibilidade nos respetivos contratos de sociedade, como forma de as manter fechadas a estranhos fora da família, pode acabar por ser lesivas dos seus mais essenciais direitos.pt_PT
dc.description.abstractNowadays, the majority of Portuguese businesses are family owned businesses and increasingly, under the form of a limited-liability company. Since the shareholders of these companies tend to be members of the family that created the company, the vast majority of conflicts emerge precisely from the personal relationships established between the shareholders, overlapping the interests of the company itsef. The small number of business projects that survive up to the third generation reflects a very incipient environment regarding the definition of the procedures that should lead to the transfer of the company’s ownership towards the death of its founders and/or shareholders. Despite the conducive environment to greater 8 benevolence among shareholders, giving their personal relationship, minority shareholders tend to be removed from decisions that dictate company’s course. Thus, it is necessary to study the transmission of share’s ownership due to death, in companies holding family businesses, focusing on the (un)protection that minority shareholders experience during the course of the company life, where, as a result of non-transferability clauses, as a way of keeping it closed to strangers outside the family, their most essential rights may be harmed.pt_PT
dc.identifier.tid202512177pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/33691
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectEmpresa familiarpt_PT
dc.subjectSucessão mortis causapt_PT
dc.subjectCláusulas de intransmissibilidade de participações sociaispt_PT
dc.subjectSócios minoritáriospt_PT
dc.subjectFamily owned businessespt_PT
dc.subjectMortis causa sucessionpt_PT
dc.subjectNon-transferability clausespt_PT
dc.subjectMinority shareholderspt_PT
dc.titleA sucessão na empresa familiar : cláusulas de intransmissibilidade e direitos dos sócios minoritáriospt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Direitopt_PT

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