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Resumo(s)
Financial literacy is essential for informed decision-making and long-term financial well-being, yet levels are low in Portugal, especially when compared to other European countries. Different learning styles and behaviors of GenZ highlight the need for a tailored teaching approach. Organizations seeking to improve financial literacy levels need to understand not only GenZ’s current levels and interest in financial topics, but also their preferred learning methods and channels. This study focuses on Portuguese GenZ and explores discrepancies between what they want and need to learn, their preferred learning styles and channels. A quantitative survey of 102 respondents, evenly split between GenZ and non-GenZ, was used to identify generational and gender differences. The results show a high level of financial literacy with a lack of knowledge about bonds. GenZ participants show strong interest in learning about savings, stocks and mortgages, favoring unimodal learning styles, particularly reading and visuals. YouTube and podcasts emerge as preferred channels for learning more about financial literacy, while social networks seem less attractive and trusted for this purpose. While interactive teaching approaches are generally attractive to GenZ, this is not the case for financial literacy. The results of the study make it possible to recommend Doutor Finanças to increase their efforts in teaching financial literacy on YouTube by adding videos with graphics and explanatory text. Content should be provided in thematic blocks and videos should also be used as podcasts and as the basis for blog posts.
A literacia financeira é vital para decisões informadas e bem-estar financeiro a longo prazo, mas permanece baixa em Portugal em comparação com outros países europeus. A Geração Z apresenta estilos de aprendizagem e comportamentos distintos, exigindo uma abordagem pedagógica diferenciada. As organizações que pretendem melhorar a literacia financeira precisam de compreender os níveis atuais e o interesse da Geração Z em tópicos financeiros, bem como os métodos e canais de aprendizagem que preferem. Este estudo examinou 102 inquiridos, igualmente distribuídos entre Geração Z e não Geração Z, para identificar diferenças geracionais e de género. Os resultados demonstram um nível elevado de literacia financeira, mas revelam lacunas em obrigações. A Geração Z mostra grande interesse em poupanças, ações e hipotecas, favorecendo estilos unimodais, particularmente a leitura e materiais visuais. O YouTube e os podcasts surgem como plataformas preferenciais para aprofundar a literacia financeira, ao passo que as redes sociais são vistas como menos atrativas e fiáveis. Embora a Geração Z, em geral, se mostre recetiva a abordagens interativas, isso não se verifica tanto na literacia financeira. Com base nestes resultados, recomenda-se ao Doutor Finanças reforçar os esforços educativos no YouTube, com a criação de vídeos que incorporem gráficos e texto explicativo. Os conteúdos devem ser disponibilizados em blocos temáticos e utilizados igualmente como podcasts e base para artigos de blog.
A literacia financeira é vital para decisões informadas e bem-estar financeiro a longo prazo, mas permanece baixa em Portugal em comparação com outros países europeus. A Geração Z apresenta estilos de aprendizagem e comportamentos distintos, exigindo uma abordagem pedagógica diferenciada. As organizações que pretendem melhorar a literacia financeira precisam de compreender os níveis atuais e o interesse da Geração Z em tópicos financeiros, bem como os métodos e canais de aprendizagem que preferem. Este estudo examinou 102 inquiridos, igualmente distribuídos entre Geração Z e não Geração Z, para identificar diferenças geracionais e de género. Os resultados demonstram um nível elevado de literacia financeira, mas revelam lacunas em obrigações. A Geração Z mostra grande interesse em poupanças, ações e hipotecas, favorecendo estilos unimodais, particularmente a leitura e materiais visuais. O YouTube e os podcasts surgem como plataformas preferenciais para aprofundar a literacia financeira, ao passo que as redes sociais são vistas como menos atrativas e fiáveis. Embora a Geração Z, em geral, se mostre recetiva a abordagens interativas, isso não se verifica tanto na literacia financeira. Com base nestes resultados, recomenda-se ao Doutor Finanças reforçar os esforços educativos no YouTube, com a criação de vídeos que incorporem gráficos e texto explicativo. Os conteúdos devem ser disponibilizados em blocos temáticos e utilizados igualmente como podcasts e base para artigos de blog.
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Channel preferences Estilos de aprendizagem Financial literacy GenZ Learning preferences Learning styles Literacia financeira Preferências de aprendizagem Preferências de canal
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