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Publicação

Conhecimento dos estudantes de Medicina Dentária portugueses relativamente à prescrição de antibióticos no tratamento de infeções de origem endodôntica

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorNoites, Rita Brandão de Pinho
dc.contributor.advisorCardoso, Miguel Agostinho Beco Pinto
dc.contributor.authorRodrigues, Joana Raquel Viegas
dc.date.accessioned2020-01-22T09:29:40Z
dc.date.issued2019-12-12
dc.date.submitted2019
dc.description.abstractIntrodução: Os médicos dentistas são responsáveis pela prescrição de 10% dos antibióticos de uso comum. A literatura revela que médicos dentistas e alunos de Medicina Dentária possuem um padrão incorreto de prescrição, promovendo a resistência bacteriana a antibióticos e aumento da morbilidade e mortalidade. Objetivos: Investigar se os alunos do 5º ano do Mestrado Integrado em Medicina Dentária (MIMD) das Universidades Portuguesas estão corretamente preparados para a prescrição de antibióticos perante um diagnóstico de infeção endodôntica. Apresentar as atuais regras da Direção Geral de Saúde e da European Society of Endodontology. Metodologia: Aplicação de um questionário a alunos do 5º ano do MIMD das instituições de ensino superior CESPU, FMDUL, FMDUP, FMUC e UCP. A análise estatística foi realizada no programa IBM-SPSS versão 24. Resultados: A taxa de resposta foi 55%. A maioria dos alunos prescrevem antibiótico durante mais de 7 dias. A associação Amoxicilina/Ácido Clavulânico 875/125 mg foi a mais escolhida para um paciente sem alergias medicamentosas (49,5%). Perante alergia a penicilina a Clindamicina 600 mg foi a primeira escolha (53,5%). Em infeções endodônticas o padrão de prescrição difere das guidelines principalmente em cenários de pulpite irreversível e necrose pulpar sem edema, com ou sem fístula. A nível profilático há incumprimentos das normas principalmente em cenários de diabetes não controlada e prolapso da válvula mitral. Conclusão: Os alunos prescrevem antibiótico em situações para as quais estes não são indicados. Contudo, não prescrevem num cenário profilático de diabetes não controlada, para o qual há indicação. O período de prescrição dos estudantes foi maior do que o recomendado. É aconselhada a revisão das normas publicadas sobre a prescrição antibiótica em infeções endodônticas.pt_PT
dc.description.abstractIntroduction: Dentists prescribe 10% of all common antibiotics. According to different studies, dentists and students have bad prescription habits which leads to the development of antimicrobial resistance, longer duration of the disease and higher morbility and mortality. Objectives: To determine whether final year students of Portuguese universities are able to correctly prescribe antibiotics in endodontic infections. To present and spread awareness about the current guidelines from Direção Geral de Saúde and European Society of Endodontology. Methodology: The final year students from CESPU, FMDUL, FMDUP, FMUC and UCP were requested to answer a questionnaire. Statistical analysis was conducted using the program IBM-SPSS version 24. Results: Response rate was 55%. The majority of students prescribe antibiotics for more than 7 days. Amoxicilin/Clavulanic Acid 875/125 mg was the most prescribed antibiotic for a patient with no medical allergies (49,5%). Clindamycin 600 mg was the first choice for a patient allergic to penicillin (53,5%). When presented with cases of endodontic infections, prescription habits where mostly different from guidelines in irreversible pulpitis and necrotic pulp without swelling, with or without a sinus tract. Considering prophylactic scenarios guidelines weren’t followed mainly in patients with uncontrolled diabetes and mitral valve prolapse. Conclusion: Students tend to prescribe antibiotics for a longer time than needed and in situations where they aren’t recommended. However, in a scenario of uncontrolled diabetes they choose not to prescribe antibiotics when there is an indication to do so. It is advised that students revise the guidelines published about antibiotic prescription in endodontic infections.pt_PT
dc.identifier.tid202374963pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/29324
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectAntibióticos sistémicospt_PT
dc.subjectInfeções endodônticaspt_PT
dc.subjectResistência antimicrobianapt_PT
dc.subjectHábitos de prescriçãopt_PT
dc.subjectAlunospt_PT
dc.subjectSystemic antibioticspt_PT
dc.subjectEndodontic infectionspt_PT
dc.subjectAntimicrobial resistancept_PT
dc.subjectPrescription habitspt_PT
dc.subjectStudentspt_PT
dc.titleConhecimento dos estudantes de Medicina Dentária portugueses relativamente à prescrição de antibióticos no tratamento de infeções de origem endodônticapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsrestrictedAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Medicina Dentáriapt_PT

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