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Wealth and risk in the c-suite : to what extent CEO and board net wealth shape risk preferences and firm stability in Norway

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Wealth plays a central role in shaping economic behavior, influencing individual risk preferences, savings decisions, investment choices, and strategic actions under uncertainty. This study examines the extent to which personal net wealth affects executive risk aversion and firm risk in for-profit Norwegian firms from 2010 to 2023. Leveraging comprehensive administrative data, the analysis constructs a revealed-preference measure of risk aversion based on portfolio allocations. Fixed-effects panel regressions show that higher CEO net wealth is associated with lower absolute risk aversion. However, firm risk, as measured by the Altman Z=-score, is primarily influenced by CEO wealth directly, rather than being mediated by changes in risk aversion. No moderating effect is found for board net wealth on the relationship between CEO risk aversion and firm risk. Sensitivity analyses reveal that the board's share ownership ratio - defined as the board's median total market value of equity holdings in the employing firm relative to its members' total net wealth - directly reduces firm risk and moderates the effect of CEO net wealth on risk outcomes. The findings contribute to corporate governance research by integrating the concept of wealth into the analysis of risk-taking and oversight dynamics. In the context of principal-agent theory, the results indicate that overlooking personal wealth in governance design may lead to misaligned incentives and reduced oversight effectiveness.
A riqueza molda o comportamento económico, influenciando preferências de risco, decisões de poupança, escolhas de investimento e ações estratégicas sob incerteza. Este estudo avalia em que medida o património líquido pessoal afeta a aversão dos executivos ao risco e o risco de empresas norueguesas com fins lucrativos entre 2010 e 2023. Com base em dados administrativos abrangentes, a investigação estima uma métrica de aversão ao risco por preferências reveladas, derivada das alocações de portefólio. Regressões em painel com efeitos fixos indicam que maior património líquido do CEO associa-se a menor aversão absoluta ao risco. Contudo, o risco da empresa, medido pelo Z”-score de Altman, é afetado principalmente de forma direta pelo património do CEO, em vez de por mudanças na sua aversão ao risco. Não existe evidência de que o património do conselho de administração modere a relação entre a aversão ao risco do CEO e o risco da empresa. As análises de sensibilidade mostram que a proporção de ações detidas pelo conselho reduz diretamente o risco da empresa e modera o efeito do património líquido do CEO sobre os resultados de risco. O estudo contribui para a literatura de governança corporativa ao integrar o património líquido na análise do comportamento face ao risco e das dinâmicas de supervisão. À luz da teoria agente-principal, os resultados sugerem que ignorar o património líquido no desenho de mecanismos de governança pode gerar incentivos desalinhados e reduzir a eficácia da supervisão.

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Altman Z-score Aversão ao risco Board wealth CEO wealth Corporate governance Firm risk Governação corporativa Principal-agent theory Riqueza do CEO Riqueza do conselho Risco da firma Risk aversion Teoria principal-agente Z-score de Altman

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