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Influencers are gaining increasing popularity as powerful figures in digital marketing, often admired by their ability to drive brand engagement and support brands in endorsing their products. However, their growing influence has also raised concerns, especially regarding the psychological and social effects their content may have on their followers. While influencers can promote minimalistic consumption, they present highly curated lifestyles that may contribute to followers’ FOMO (Fear Of Missing Out) and desire to mimic their idealized lives. This thesis explores how individuals perceive the influence of Social Media Influencers (SMIs) on their self-stated mental well-being and behaviour. Furthermore, it aims to understand how repeated exposure to influencer content affects followers’ emotions, lifestyle choices and sense of self. By examining both the aspirational appeal and the potential psychological effects of engaging with SMIs, this study seeks to provide a more nuanced understanding of their impact. Grounded in Social Comparison Theory and Social Learning Theory, this research proposes a conceptual model in which FOMO, desire to mimic, and minimalistic consumption affect the relationship between SMI exposure and followers perceived mental well-being and behaviours. To achieve this purpose, data was collected through an online survey, where participants were asked how influencer content has affected their emotions and behaviours. The findings suggest that individuals frequently exposed to SMIs’ content tend to experience higher levels of FOMO (Fear of Missing Out) and a stronger desire to imitate influencers’ lifestyles, sentiments associated with perceived declines and improvements in mental well-being. However, individuals that had minimalistic lifestyles conveyed improved self-reported well-being. While previous studies tend to focus on the negative consequences of social media influencers, such as anxiety, low self-esteem and FOMO, or on positive outcomes, like inspiration or motivation, this thesis adopts an integrated perspective. By examining both psychological and behavioural dimensions simultaneously, it offers a broader and more integrated understanding of how social media influencers impact individual’s perceived well-being, helping inform future research.
Os influenciadores estão a ganhar cada vez mais popularidade como figuras poderosas no marketing digital, muitas vezes admirados pela sua capacidade de impulsionar o envolvimento com a marca e apoiar as marcas na promoção dos seus produtos. No entanto, a sua crescente influência também tem suscitado preocupações, especialmente no que diz respeito aos efeitos psicológicos e sociais que o seu conteúdo pode ter nos seus seguidores. Embora os influenciadores possam promover um consumo minimalista, estes apresentam estilos de vida altamente curados que podem contribuir para o FOMO (Fear of Missing Out) dos seguidores e para o desejo de imitar as suas vidas idealizadas. Esta tese explora como os indivíduos percecionam a influência dos SMIs no seu bem-estar mental e comportamento social. Além disso, pretende-se compreender como a exposição repetida a conteúdos de influenciadores afeta as emoções, as escolhas de estilo de vida e o senso de identidade dos seguidores. Ao examinar tanto o apelo aspiracional como os potenciais efeitos psicológicos do envolvimento com os SMIs, este estudo procura fornecer uma compreensão mais nuançada do seu impacto. Fundamentada na Teoria da Comparação Social e na Teoria da Aprendizagem Social, esta investigação propõe um modelo conceptual no qual o FOMO, o desejo de imitar e o consumo minimalista afetam a relação entre a exposição a SMI e a perceção do bem-estar mental e comportamentos sociais dos seguidores. De modo a atingir este propósito, dados foram recolhidos através de um inquérito online, no qual os participantes foram questionados sobre como o conteúdo dos influenciadores afetou as suas emoções e comportamentos. Os resultados sugerem que os indivíduos frequentemente expostos ao conteúdo de SMIs tendem a experienciar níveis mais elevados de FOMO e um desejo mais forte de imitar o estilo de vida dos influenciadores, sentimentos associados à perceção de declínios e melhorias no bem-estar mental. No entanto, os indivíduos que tinham um estilo de vida minimalista revelaram um maior bem-estar auto-relatado. Enquanto os estudos anteriores tendem a centrar-se nas consequências negativas dos influenciadores das redes sociais, como a ansiedade, a baixa autoestima e o FOMO, ou nos resultados positivos, como a inspiração ou a motivação, esta tese adota uma perspetiva integrada. Ao examinar simultaneamente as dimensões psicológica e comportamental, oferece uma compreensão mais ampla e integrada da forma como os influenciadores das redes sociais afetam a perceção de bem-estar dos indivíduos, ajudando a informar futura investigação.
Os influenciadores estão a ganhar cada vez mais popularidade como figuras poderosas no marketing digital, muitas vezes admirados pela sua capacidade de impulsionar o envolvimento com a marca e apoiar as marcas na promoção dos seus produtos. No entanto, a sua crescente influência também tem suscitado preocupações, especialmente no que diz respeito aos efeitos psicológicos e sociais que o seu conteúdo pode ter nos seus seguidores. Embora os influenciadores possam promover um consumo minimalista, estes apresentam estilos de vida altamente curados que podem contribuir para o FOMO (Fear of Missing Out) dos seguidores e para o desejo de imitar as suas vidas idealizadas. Esta tese explora como os indivíduos percecionam a influência dos SMIs no seu bem-estar mental e comportamento social. Além disso, pretende-se compreender como a exposição repetida a conteúdos de influenciadores afeta as emoções, as escolhas de estilo de vida e o senso de identidade dos seguidores. Ao examinar tanto o apelo aspiracional como os potenciais efeitos psicológicos do envolvimento com os SMIs, este estudo procura fornecer uma compreensão mais nuançada do seu impacto. Fundamentada na Teoria da Comparação Social e na Teoria da Aprendizagem Social, esta investigação propõe um modelo conceptual no qual o FOMO, o desejo de imitar e o consumo minimalista afetam a relação entre a exposição a SMI e a perceção do bem-estar mental e comportamentos sociais dos seguidores. De modo a atingir este propósito, dados foram recolhidos através de um inquérito online, no qual os participantes foram questionados sobre como o conteúdo dos influenciadores afetou as suas emoções e comportamentos. Os resultados sugerem que os indivíduos frequentemente expostos ao conteúdo de SMIs tendem a experienciar níveis mais elevados de FOMO e um desejo mais forte de imitar o estilo de vida dos influenciadores, sentimentos associados à perceção de declínios e melhorias no bem-estar mental. No entanto, os indivíduos que tinham um estilo de vida minimalista revelaram um maior bem-estar auto-relatado. Enquanto os estudos anteriores tendem a centrar-se nas consequências negativas dos influenciadores das redes sociais, como a ansiedade, a baixa autoestima e o FOMO, ou nos resultados positivos, como a inspiração ou a motivação, esta tese adota uma perspetiva integrada. Ao examinar simultaneamente as dimensões psicológica e comportamental, oferece uma compreensão mais ampla e integrada da forma como os influenciadores das redes sociais afetam a perceção de bem-estar dos indivíduos, ajudando a informar futura investigação.
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Social media influencers Mental health FOMO Desire to mimic Minimalistic consumption Influenciadores de redes sociais Saúde mental Desejo de imitar Consumo minimalista
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