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In a capital market that is increasingly shaped by concerns around sustainability, impact investing promises to deliver measurable social or environmental benefits alongside a financial return. But do investors in private equity and venture capital actually pay for impact, or is it just a branding tool? This study provides the first large-scale, valuation-based evidence that investors are willing to pay a premium for impact in private markets. Using a unique dataset of 160 “impact” deals matched to a control group of 3,500+ private transactions, I employ propensity score matching and doubly robust regression to isolate the 8impact premium9. Results reveal that impact firms are valued 90-99% higher than comparable non-impact firms, even after controlling for industry, geography, and deal characteristics. This premium is higher for social impact over environmental impact, larger in emerging markets than developed markets and disappears in cross-border deals, suggesting that investor preferences are highly context-dependent. The results challenge the view that impact is a non-financial phenomenon and show that, in practice, social and environmental value is priced into private equity. For fund managers, institutional investors and policymakers, this work offers granular insights and guidance into impact investing in private markets.
Num mercado de capitais cada vez mais moldado por preocupações com a sustentabilidade, o impact investing promete gerar benefícios sociais ou ambientais mensuráveis, juntamente com um retorno financeiro. Mas será que os investidores em private equity e venture capital pagam realmente pelo impacto, ou trata-se apenas de uma ferramenta de marketing? Este estudo fornece a primeira evidência em larga escala, baseada em avaliações, de que os investidores estão dispostos a pagar um prémio pelo impacto nos mercados privados. Utilizando um conjunto de dados único de 160 negócios de “impacto” emparelhados com um grupo de controlo de mais de 3.500 transacções privadas, recorro a propensity score matching e a doubly robust regression para isolar o “prémio de impacto”. Os resultados revelam que as empresas de impacto são avaliadas entre 90% e 99% acima de empresas comparáveis sem impacto, mesmo após o controlo por indústria, geografia e características do negócio. Este prémio é mais elevado para o impacto social do que para o impacto ambiental, é maior nos mercados emergentes do que nos mercados desenvolvidos e desaparece em negócios transfronteiriços, o que sugere que as preferências dos investidores são altamente dependentes do contexto. Os resultados desafiam a visão de que o impacto é um fenómeno não financeiro e demonstram que, na prática, o valor social e ambiental é refletido nos preços do private equity. Para os fund managers, institutional investors e decisores políticos, este trabalho oferece uma análise detalhada e orientações sobre o impact investing nos mercados privados.
Num mercado de capitais cada vez mais moldado por preocupações com a sustentabilidade, o impact investing promete gerar benefícios sociais ou ambientais mensuráveis, juntamente com um retorno financeiro. Mas será que os investidores em private equity e venture capital pagam realmente pelo impacto, ou trata-se apenas de uma ferramenta de marketing? Este estudo fornece a primeira evidência em larga escala, baseada em avaliações, de que os investidores estão dispostos a pagar um prémio pelo impacto nos mercados privados. Utilizando um conjunto de dados único de 160 negócios de “impacto” emparelhados com um grupo de controlo de mais de 3.500 transacções privadas, recorro a propensity score matching e a doubly robust regression para isolar o “prémio de impacto”. Os resultados revelam que as empresas de impacto são avaliadas entre 90% e 99% acima de empresas comparáveis sem impacto, mesmo após o controlo por indústria, geografia e características do negócio. Este prémio é mais elevado para o impacto social do que para o impacto ambiental, é maior nos mercados emergentes do que nos mercados desenvolvidos e desaparece em negócios transfronteiriços, o que sugere que as preferências dos investidores são altamente dependentes do contexto. Os resultados desafiam a visão de que o impacto é um fenómeno não financeiro e demonstram que, na prática, o valor social e ambiental é refletido nos preços do private equity. Para os fund managers, institutional investors e decisores políticos, este trabalho oferece uma análise detalhada e orientações sobre o impact investing nos mercados privados.
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Palavras-chave
Disposição para pagar (WTP) Emerging markets Environmental impact Impact investing Impacto ambiental Impacto social Impact premium Mercados emergentes Prémio de impacto Private equity Propensity score matching Social Impact Sustainability Sustentabilidade Venture capital Willingness to pay (WTP)
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