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Publicação

Avaliação do nível de conhecimento dos médicos dentistas e especialistas em odontopediatria sobre as consequências orais em maus tratos infantis

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúde
datacite.subject.sdg03:Saúde de Qualidade
datacite.subject.sdg16:Paz, Justiça e Instituições Eficazes
datacite.subject.sdg04:Educação de Qualidade
dc.contributor.advisorFigueiredo, Cristina Isabel de Paiva
dc.contributor.authorOliveira, Beatriz Gueifão de
dc.date.accessioned2026-07-27T15:55:07Z
dc.date.available2026-07-27T15:55:07Z
dc.date.embargo2027-07-27
dc.date.issued2026-06-24
dc.date.submitted2026-01-01
dc.description.abstractIntrodução: Os maus tratos infantis constituem um importante problema de saúde pública, sendo os médicos dentistas profissionais com um papel relevante na identificação precoce destas situações, devido à elevada frequência de lesões na região orofacial. Contudo, persistem dificuldades na identificação e comunicação de casos suspeitos, frequentemente relacionadas com falta de formação e desconhecimento dos procedimentos legais. Materiais e Métodos: Realizou-se um estudo observacional transversal através da aplicação de um questionário online a médicos dentistas e profissionais com formação em odontopediatria. O questionário avaliou conhecimentos sobre maus tratos infantis, manifestações orais, procedimentos legais, experiência clínica, confiança na identificação e formação na área. Os dados foram analisados por estatística descritiva e inferencial, recorrendo aos testes Qui-quadrado de Pearson e Mann-Whitney, com um nível de significância de 5%. Resultados: A amostra foi constituída por 220 participantes. Verificou-se que 70,4% dos profissionais afirmaram ser capazes de identificar casos suspeitos, embora 58,2% referissem não saber como proceder perante uma suspeita. Apenas 31,5% apresentou formação curricular específica nesta área. Observou se uma associação estatisticamente significativa entre os anos de prática clínica e a suspeita de casos de maus tratos infantis, bem como entre o conhecimento das obrigações legais, a confiança na identificação e a sinalização de suspeitas. Os profissionais com formação em odontopediatria apresentaram tendência para maior confiança e melhor conhecimento clínico. Discussão e Conclusão: Apesar dos profissionais demonstrarem conhecimento relativamente aos sinais clínicos associados aos maus tratos infantis, persistem lacunas importantes ao nível dos procedimentos legais e mecanismos de sinalização. Os resultados reforçam a necessidade de maior formação nesta área, promovendo uma atuação mais segura e eficaz dos médicos dentistas.por
dc.description.abstractIntroduction: Child maltreatment represents a major public health concern, and dentists play a relevant role in its early identification due to the high prevalence of injuries affecting the orofacial region. However, the literature highlights difficulties in recognizing and reporting suspected cases, often associated with insufficient training and limited knowledge of legal procedures Materials and Methods: A cross-sectional observational study was conducted using an online questionnaire distributed to dentists and professionals with training in pediatric dentistry. The questionnaire assessed knowledge regarding child maltreatment, oral manifestations, legal procedures, clinical experience, confidence in case identification, and training needs. Data were analyzed using descriptive and inferential statistics, including Pearson’s Chi-square and Mann Whitney tests, with a significance level of 5%. Results: The sample comprised 220 participants. Overall, 70.4% of professionals reported being able to identify suspected cases of child maltreatment, although 58.2% indicated that they did not know how to proceed when faced with a suspicion. Only 31.5% had received specific curricular training on this topic. A statistically significant association was observed between years of clinical practice and suspicion of child maltreatment cases, as well as between knowledge of legal obligations, confidence in identification, and reporting of suspected cases. Professionals with training in pediatric dentistry showed a tendency towards greater confidence and better clinical knowledge. Discussion and Conclusion: Although professionals demonstrated knowledge regarding the clinical signs associated with child maltreatment, important gaps remain concerning legal procedures and reporting mechanisms. These findings reinforce the need for enhanced undergraduate and continuing education in this field, promoting safer, earlier, and more effective intervention by dental professionals.eng
dc.identifier.otherd57ad495-b5ae-4749-bb39-26ebb4275847
dc.identifier.tid204328454
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/58848
dc.language.isopor
dc.rights.uriN/A
dc.subjectMaus tratos infantispor
dc.subjectMedicina Dentáriapor
dc.subjectOdontopediatriapor
dc.subjectComunicação obrigatóriapor
dc.subjectSaúde oralpor
dc.subjectChild abuseeng
dc.subjectDentistryeng
dc.subjectPediatric dentistryeng
dc.subjectMandatory reportingeng
dc.subjectOral healtheng
dc.titleAvaliação do nível de conhecimento dos médicos dentistas e especialistas em odontopediatria sobre as consequências orais em maus tratos infantispor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
thesis.degree.nameMestrado em Medicina Dentária

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