Publicação
Soará a silêncio o som de uma revolução dentro de um bunker? O poder da (i)materialidade na arte contemporânea
| dc.contributor.author | Santos, Luísa | |
| dc.date.accessioned | 2026-09-10T09:42:45Z | |
| dc.date.available | 2026-09-10T09:42:45Z | |
| dc.date.issued | 2018-11-01 | |
| dc.description.abstract | A escolha da matéria, na arte, é determinante para a construção e veiculação da sua mensagem, como na famosa conceção de Marshall McLuhan de que “o meio é a mensagem” (1964). Na era contemporânea, recebemos e veiculamos incontáveis mensagens a um ritmo alucinante através do meio digital, por ecrãs com ligação à internet. E é neste contexto que emergiram os processos de produção artística nos quais um aparelho com ecrã e com ligação à internet é um meio para uma panóplia de metodologias visuais como a exposição, a apropriação e a recontextualização de informação. Tendo emergido na década de noventa, quando a internet se apresentou como uma ferramenta desenvolvida de disseminação do trabalho dos artistas que, neste espaço, estaria ‒ à partida ‒ livre de constrangimentos políticos, sociais ou culturais, este tipo de produção artística tem-se desenvolvido como prática artística imaterial, subversiva, que transcende e desafia fronteiras geográficas e culturais ao mesmo tempo que reflete e critica a passividade da matéria. A imaterialidade na arte não é contudo, determinada apenas pela evolução da tecnologia mas também pelo interesse ultra-conceptual que coloca quase exclusivamente o enfoque no processo de pensamento em prole das características físicas do objeto artístico para uma fruição estética (Lippard e Chandler, 1968). Nesta comunicação, propõe-se uma análise crítica de algumas das mudanças que a imaterialidade na arte veio trazer às noções de espaço, tempo e sociedade a partir do trabalho Soará a silêncio o som de uma revolução dentro de um bunker? (2018), de Maria Trabulo (Porto, 1989). Trata-se de perceber como é que a imaterialidade na arte é, por um lado, um reflexo das evoluções da sociedade contemporânea e, por outro lado, revela o potencial que tem de intervir nos sistemas que determinam a mesma sociedade. Na última parte da comunicação, propõe- -se uma breve análise do poder da imaterialidade enquanto património cultural. | por |
| dc.identifier.doi | 10.34632/9789725406311_13 | |
| dc.identifier.other | 0f8a8629-b73a-4e0e-b111-f9ce7d6aa6dd | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.14/59309 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.peerreviewed | no | |
| dc.publisher | Universidade Católica Editora | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ | |
| dc.subject | Produção artística | por |
| dc.subject | Arte contemporânea | por |
| dc.subject | Mudança social | por |
| dc.subject | Artivismo | por |
| dc.subject | Imaterialidade | por |
| dc.title | Soará a silêncio o som de uma revolução dentro de um bunker? O poder da (i)materialidade na arte contemporânea | |
| dc.type | book part | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.endPage | 187 | |
| oaire.citation.startPage | 174 | |
| oaire.citation.title | Património cultural e transformação digital | |
| oaire.version | http://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85 |
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