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Autores
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Resumo(s)
As organizações de saúde mental procuram alcançar a sustentabilidade financeira devido à necessidade de assegurar a prestação de serviços a longo prazo e o impacto na comunidade, especialmente num contexto de recursos limitados. Apesar do crescente reconhecimento social da importância da saúde mental, o subfinanciamento e o estigma persistente continuam a comprometer a sustentabilidade operacional de instituições nesta área. O estudo tem como objetivo identificar os principais fatores que influenciam a sustentabilidade financeira dos hospitais de saúde mental e de que forma estas instituições podem otimizar a sua alocação de recursos para garantir cuidados de qualidade, mesmo sob restrições orçamentais e limitações de financiamento. Orientada pelo enquadramento teórico da Perspetiva Baseada em Recursos Sociais, esta investigação adota uma metodologia de estudo de caso qualitativo. A recolha de dados foi realizada através de entrevistas semiestruturadas com colaboradores-chave envolvidos na gestão e operação diária de um sistema de internamento, complementada pela análise de relatórios financeiros institucionais e documentos de planeamento referentes aos anos de 2023 e 2024. Esta abordagem permitiu uma compreensão contextualizada do impacto dos recursos sociais e organizacionais no desempenho financeiro e nos processos de tomada de decisão num contexto de prestação de cuidados de saúde sem fins lucrativos. Os resultados revelam que a sustentabilidade a curto prazo depende da otimização dos recursos internos, da redução do número de internamentos prolongados, da resolução das necessidades de recursos humanos e do aumento do envolvimento do setor público para combater o estigma. As estratégias a médio prazo centram-se na transformação digital e no planeamento estratégico de investimentos, enquanto a sustentabilidade a longo prazo assenta numa orientação organizacional clara, na diversificação e valorização dos serviços prestados e no reforço da reputação institucional e das fontes de receita. A forte dependência do financiamento público sublinha a importância de renegociar os contratos com o Estado e de diversificar as fontes de rendimento, através de parcerias e do alargamento da oferta de servi
As organizações de saúde mental procuram alcançar a sustentabilidade financeira devido à necessidade de assegurar a prestação de serviços a longo prazo e o impacto na comunidade, especialmente num contexto de recursos limitados. Apesar do crescente reconhecimento social da importância da saúde mental, o subfinanciamento e o estigma persistente continuam a comprometer a sustentabilidade operacional de instituições nesta área. O estudo tem como objetivo identificar os principais fatores que influenciam a sustentabilidade financeira dos hospitais de saúde mental e de que forma estas instituições podem otimizar a sua alocação de recursos para garantir cuidados de qualidade, mesmo sob restrições orçamentais e limitações de financiamento. Orientada pelo enquadramento teórico da Perspetiva Baseada em Recursos Sociais, esta investigação adota uma metodologia de estudo de caso qualitativo. A recolha de dados foi realizada através de entrevistas semiestruturadas com colaboradores-chave envolvidos na gestão e operação diária de um sistema de internamento, complementada pela análise de relatórios financeiros institucionais e documentos de planeamento referentes aos anos de 2023 e 2024. Esta abordagem permitiu uma compreensão contextualizada do impacto dos recursos sociais e organizacionais no desempenho financeiro e nos processos de tomada de decisão num contexto de prestação de cuidados de saúde sem fins lucrativos. Os resultados revelam que a sustentabilidade a curto prazo depende da otimização dos recursos internos, da redução do número de internamentos prolongados, da resolução das necessidades de recursos humanos e do aumento do envolvimento do setor público para combater o estigma. As estratégias a médio prazo centram-se na transformação digital e no planeamento estratégico de investimentos, enquanto a sustentabilidade a longo prazo assenta numa orientação organizacional clara, na diversificação e valorização dos serviços prestados e no reforço da reputação institucional e das fontes de receita. A forte dependência do financiamento público sublinha a importância de renegociar os contratos com o Estado e de diversificar as fontes de rendimento, através de parcerias e do alargamento da oferta de servi
As organizações de saúde mental procuram alcançar a sustentabilidade financeira devido à necessidade de assegurar a prestação de serviços a longo prazo e o impacto na comunidade, especialmente num contexto de recursos limitados. Apesar do crescente reconhecimento social da importância da saúde mental, o subfinanciamento e o estigma persistente continuam a comprometer a sustentabilidade operacional de instituições nesta área. O estudo tem como objetivo identificar os principais fatores que influenciam a sustentabilidade financeira dos hospitais de saúde mental e de que forma estas instituições podem otimizar a sua alocação de recursos para garantir cuidados de qualidade, mesmo sob restrições orçamentais e limitações de financiamento. Orientada pelo enquadramento teórico da Perspetiva Baseada em Recursos Sociais, esta investigação adota uma metodologia de estudo de caso qualitativo. A recolha de dados foi realizada através de entrevistas semiestruturadas com colaboradores-chave envolvidos na gestão e operação diária de um sistema de internamento, complementada pela análise de relatórios financeiros institucionais e documentos de planeamento referentes aos anos de 2023 e 2024. Esta abordagem permitiu uma compreensão contextualizada do impacto dos recursos sociais e organizacionais no desempenho financeiro e nos processos de tomada de decisão num contexto de prestação de cuidados de saúde sem fins lucrativos. Os resultados revelam que a sustentabilidade a curto prazo depende da otimização dos recursos internos, da redução do número de internamentos prolongados, da resolução das necessidades de recursos humanos e do aumento do envolvimento do setor público para combater o estigma. As estratégias a médio prazo centram-se na transformação digital e no planeamento estratégico de investimentos, enquanto a sustentabilidade a longo prazo assenta numa orientação organizacional clara, na diversificação e valorização dos serviços prestados e no reforço da reputação institucional e das fontes de receita. A forte dependência do financiamento público sublinha a importância de renegociar os contratos com o Estado e de diversificar as fontes de rendimento, através de parcerias e do alargamento da oferta de servi
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Palavras-chave
Financial sustainability Mental health hospitals Social resource-based view Resource allocation Hospitalization system Funding models Sustentabilidade financeira Hospitais de saúde mental Perspetiva baseada em recursos sociais Alocação de recursos Sistema de internamento, modelos de financiamento
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