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Free trade agreements aim at promoting trade, investment, economic growth, job creation and innovation. On the one side, the Transatlantic Trade and Investment Partnership (TTIP) between the European Union and the United States – the world’s largest economies – aims to become one of the biggest trade agreements ever. On the other side, the European Union and the Gulf Cooperation Council free trade agreement, (EU GCC FTA) would equally innovate as the first region-to-region trade agreement. Neither of both treaties have (yet) been concluded. This thesis drew conclusions from a comparison between the EU-GCC FTA and the TTIP negotiations regarding free trade. The findings may be summarized as follows: First, TTIP encounters stumbling blocks when compared to the EU GCC FTA. It has evoked civil interest because its broad scope would influence people’s lives, it includes the controversial Investor-State Dispute Settlement system and it was accompanied by a plethora of unclear communications. Second, TTIP also presents its own advantages, compared to the EU GCC FTA negotiations. The EU and the US share common cultural convictions, they would equally, economically benefit from the agreement and it would be an FTA of the future because of its comprehensiveness. Third, a geopolitical analysis renders conclusions which apply to both the TTIP and the EU GCC FTA negotiations. With regard to (comprehensive) free trade agreement, it is hardly possible to distinguish between economic left-wing and right-wing parties. Globalization has awoken a vibrant feeling of national identity, which is buttressed by current-day events such as Brexit, the latest US presidential elections and the rise of nationalist movements. In order to continue to strive for the welfare and prosperity that comprehensive free trade agreements promise; it is thus imperative to inform and democratically convince the people that globalization should not be feared, but can rightly be embraced.
Tratados comerciais internacionais tendem a facilitar o acesso a novos mercados, a novos investimentos e à partilha de know-how. Os governos nacionais negoceiam este tipo de acordos comerciais para se tornarem e permanecerem competitivos dentro do comércio internacional. De um lado, o acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP), entre a União Europeia e os Estados Unidos da América, visa tornar-se um dos maiores acordos comerciais já negociados, uma vez que envolverá as maiores economias mundiais. Por outro lado, o acordo entre a União Europeia e o Conselho de Cooperação do Golfo (UE-CCG) seria o primeiro acordo comercial entre duas regiões. Nenhum destes acordos estão, ainda, concluídos. Através de uma comparação entre as negociações do EU-CCG e do TTIP, esta tese retira conclusões para o futuro dos tratados de comércio livre, nomeadamente: Em primeiro lugar, TTIP encontra alguns obstáculos quando comparado com o EU-CCG. O TTIP acordou o interesse público devido ao seu possível impacto no dia-a-dia das pessoas, inclui um controverso sistema de resolução de conflitos e veio acompanhado de uma comunicação pouco clara. Em segundo lugar, o TTIP inclui vantagens como a partilha dos mesmos valores e cultura entre a UE e os EUA. Ambos beneficiariam igualmente de um acordo comercial desta natureza. Em terceiro lugar, uma análise geopolítica conclui que em relação a acordos de comércio livre mais abrangentes já não é possível distinguir entre políticas de esquerda ou direita. A globalização despertou um sentimento de nacionalismo, que se tem tornado palpável com acontecimentos como o Brexit, as eleições presidenciais nos EUA ou o aumento dos movimentos nacionalistas. De modo a assegurar o bem-estar e a prosperidade que advêm dos resultados que os acordos de comércio livre proporcionam, é fundamental informar e democraticamente demonstrar que a globalização não deve ser contida, mas devidamente abraçada.
Tratados comerciais internacionais tendem a facilitar o acesso a novos mercados, a novos investimentos e à partilha de know-how. Os governos nacionais negoceiam este tipo de acordos comerciais para se tornarem e permanecerem competitivos dentro do comércio internacional. De um lado, o acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP), entre a União Europeia e os Estados Unidos da América, visa tornar-se um dos maiores acordos comerciais já negociados, uma vez que envolverá as maiores economias mundiais. Por outro lado, o acordo entre a União Europeia e o Conselho de Cooperação do Golfo (UE-CCG) seria o primeiro acordo comercial entre duas regiões. Nenhum destes acordos estão, ainda, concluídos. Através de uma comparação entre as negociações do EU-CCG e do TTIP, esta tese retira conclusões para o futuro dos tratados de comércio livre, nomeadamente: Em primeiro lugar, TTIP encontra alguns obstáculos quando comparado com o EU-CCG. O TTIP acordou o interesse público devido ao seu possível impacto no dia-a-dia das pessoas, inclui um controverso sistema de resolução de conflitos e veio acompanhado de uma comunicação pouco clara. Em segundo lugar, o TTIP inclui vantagens como a partilha dos mesmos valores e cultura entre a UE e os EUA. Ambos beneficiariam igualmente de um acordo comercial desta natureza. Em terceiro lugar, uma análise geopolítica conclui que em relação a acordos de comércio livre mais abrangentes já não é possível distinguir entre políticas de esquerda ou direita. A globalização despertou um sentimento de nacionalismo, que se tem tornado palpável com acontecimentos como o Brexit, as eleições presidenciais nos EUA ou o aumento dos movimentos nacionalistas. De modo a assegurar o bem-estar e a prosperidade que advêm dos resultados que os acordos de comércio livre proporcionam, é fundamental informar e democraticamente demonstrar que a globalização não deve ser contida, mas devidamente abraçada.
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European Union United States Gulf Cooperation Council Trade Market access União Europeia Estados Unidos Conselho de Cooperação do Golfo Comércio Acesso ao mercado