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Resumo(s)
With the rapid development of Artificial Intelligence (AI) and globalization, organizations worldwide are increasingly relying on AI to provide product recommendations, including in the luxury fashion industry. However, to replace humans in this area, customers must trust AI recommenders, ideally as much as, if not more than, human recommenders. Organizations also need to understand whether there are cultural differences impacting consumers’ willingness to trust recommendations from AI. Therefore, an experimental study was conducted in the scope of this research. The study examined whether people trust advice from AI or from a human salesperson more when purchasing a luxury item of clothing. The participants in the survey showed algorithm aversion and trusted human recommendations more than those generated by an AI. Furthermore, it has been shown that there is a difference in trust between individualistic and collectivist cultures. In particular, individuals from collectivist cultures exhibited less trust in AI-generated recommendations compared to those from individualistic cultures. These findings provide valuable implications for organizations considering the use of AI generated product recommendations in the luxury fashion industry and, in line with previous literature, suggest that human recommenders are more valued. Organizations need to consider cultural differences when implementing AI-driven recommendation systems and encourage collaborative approaches and transparency to increase consumer trust.
Com o rápido desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) e da globalização, as organizações em todo o mundo estão a confiar cada vez mais na IA para fornecer recomendações de produtos, incluindo na indústria da moda de luxo. No entanto, para substituir os humanos nesta área, os clientes devem confiar mais nos recomendadores de IA, idealmente tanto ou mais do que nos recomendadores humanos. As organizações também precisam de compreender se existem diferenças culturais que afetam a vontade dos consumidores de confiar nas recomendações da IA. Por conseguinte, foi efeituado um estudo experimental no âmbito desta investigação. O estudo examinou se as pessoas confiam mais nos conselhos da IA ou de um vendedor humano quando compram uma peça de vestuário de luxo. Os participantes no inquérito mostraram uma aversão aos algoritmos e confiaram mais nas recomendações humanas do que nas geradas por uma IA. Além disso, foi demonstrado que existe uma diferença de confiança entre culturas individualistas e coletivistas. Em particular, os indivíduos de culturas coletivistas mostraram menos confiança nas recomendações geradas por IA do que as pessoas de culturas individualistas. Estas conclusões fornecem implicações valiosas para as empresas que estejam a considerar a utilização de recomendações de produtos geradas por IA na indústria da moda de luxo e, de acordo com a literatura anterior, sugerem que os recomendadores humanos são mais valorizados. As organizações precisam de considerar as diferenças culturais quando implementam sistemas de recomendação baseados em IA e encorajar abordagens colaborativas e transparência para aumentar a confiança dos consumidores.
Com o rápido desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) e da globalização, as organizações em todo o mundo estão a confiar cada vez mais na IA para fornecer recomendações de produtos, incluindo na indústria da moda de luxo. No entanto, para substituir os humanos nesta área, os clientes devem confiar mais nos recomendadores de IA, idealmente tanto ou mais do que nos recomendadores humanos. As organizações também precisam de compreender se existem diferenças culturais que afetam a vontade dos consumidores de confiar nas recomendações da IA. Por conseguinte, foi efeituado um estudo experimental no âmbito desta investigação. O estudo examinou se as pessoas confiam mais nos conselhos da IA ou de um vendedor humano quando compram uma peça de vestuário de luxo. Os participantes no inquérito mostraram uma aversão aos algoritmos e confiaram mais nas recomendações humanas do que nas geradas por uma IA. Além disso, foi demonstrado que existe uma diferença de confiança entre culturas individualistas e coletivistas. Em particular, os indivíduos de culturas coletivistas mostraram menos confiança nas recomendações geradas por IA do que as pessoas de culturas individualistas. Estas conclusões fornecem implicações valiosas para as empresas que estejam a considerar a utilização de recomendações de produtos geradas por IA na indústria da moda de luxo e, de acordo com a literatura anterior, sugerem que os recomendadores humanos são mais valorizados. As organizações precisam de considerar as diferenças culturais quando implementam sistemas de recomendação baseados em IA e encorajar abordagens colaborativas e transparência para aumentar a confiança dos consumidores.
Descrição
Palavras-chave
Machine-human interaction Trust Cultural dimensions Recommender systems acceptance Luxury fashion recommendations Interação máquina-homem Confiança Dimensões culturais Aceitação de sistemas de recomendação Recomendações de moda de luxo
