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Abstract(s)
This thesis investigates how organizations in the fashion industry can counterbalance the beauty premium to mitigate aesthetic injustice. While extensive research has discussed and addressed conventional discriminations like gender, race, or ethnicity, appearance-based inequalities remain underexplored despite their significant impact on workplace opportunities and organizational culture. Drawing on an inductive qualitative research design, relying on a dataset of in-depth semistructured interviews at PUMA SE, the study deploys Braun and Clarke's thematic analysis to analyze the data, complemented with triangulation with PUMA´s Code of Ethics. The findings of the study reveal that appearance influences workplace perceptions through physical traits, clothing, and brand representation, but also through broader factors such as confidence, professionalism, and social skills. While PUMA demonstrates a strong commitment to DEI through their policies, training, reporting platforms, leadership action, appearance-based biases are less explicitly addressed compared to other forms of discrimination. The study identifies organizational challenges that include cultural diversity across a global workforce, departmental variations in aesthetic expectations, and the absence of a DEI-specific team. The participants suggested clearer communication policies, regular unconscious bias training, greater transparency in organizational processes, and the creation of DEI-specific structures. It was also emphasized the importance of expanding the inclusion to cover other areas such as disability and neurodivergence. Overall, this thesis contributes to the body of knowledge on aesthetic injustice by investigating how organizations in the fashion industry can counterbalance the beauty premium to mitigate aesthetic injustice offering practical recommendations for integrating appearance into the future organizational DEI strategies.
Esta dissertação investiga de que forma as organizações da indústria da moda podem contrariar o beauty premium para mitigar a injustiça estética. Embora exista investigação extensa sobre discriminações como género, ou raça, as desigualdades baseadas na aparência permanecem pouco exploradas, apesar do seu impacto significativo nas oportunidades de trabalho e na cultura Organizacional. Com base num desenho qualitativo indutivo, foram conduzidas entrevistas semiestruturadas em profundidade na PUMA SE. Os dados foram analisados através da análise temática de Braun e Clarke, complementada pela triangulação com o Código de Ética da PUMA. Os resultados revelam que a aparência influencia perceções no trabalho através de traços físicos, vestuário e representação da marca, mas também de fatores como confiança, profissionalismo e competências sociais. Embora a PUMA demonstre forte compromisso com a DEI por meio de políticas, formações, plataformas de reporte e ações de liderança, os preconceitos ligados à aparência são abordados de forma menos explícita do que outras formas de discriminação. O estudo identifica desafios como a diversidade cultural numa força de trabalho global, diferenças departamentais nas expectativas estéticas e a ausência de uma equipa dedicada exclusivamente à DEI. Os participantes sugeriram políticas de comunicação mais claras, formações regulares sobre preconceitos inconscientes, maior transparência nos processos organizacionais e a criação de estruturas específicas de DEI. Foi ainda salientada a importância de alargar a inclusão a áreas como deficiência e neurodivergência. No seu conjunto, esta dissertação contribui para o conhecimento sobre injustiça estética, oferecendo recomendações práticas para integrar a aparência nas futuras estratégias de DEI.
Esta dissertação investiga de que forma as organizações da indústria da moda podem contrariar o beauty premium para mitigar a injustiça estética. Embora exista investigação extensa sobre discriminações como género, ou raça, as desigualdades baseadas na aparência permanecem pouco exploradas, apesar do seu impacto significativo nas oportunidades de trabalho e na cultura Organizacional. Com base num desenho qualitativo indutivo, foram conduzidas entrevistas semiestruturadas em profundidade na PUMA SE. Os dados foram analisados através da análise temática de Braun e Clarke, complementada pela triangulação com o Código de Ética da PUMA. Os resultados revelam que a aparência influencia perceções no trabalho através de traços físicos, vestuário e representação da marca, mas também de fatores como confiança, profissionalismo e competências sociais. Embora a PUMA demonstre forte compromisso com a DEI por meio de políticas, formações, plataformas de reporte e ações de liderança, os preconceitos ligados à aparência são abordados de forma menos explícita do que outras formas de discriminação. O estudo identifica desafios como a diversidade cultural numa força de trabalho global, diferenças departamentais nas expectativas estéticas e a ausência de uma equipa dedicada exclusivamente à DEI. Os participantes sugeriram políticas de comunicação mais claras, formações regulares sobre preconceitos inconscientes, maior transparência nos processos organizacionais e a criação de estruturas específicas de DEI. Foi ainda salientada a importância de alargar a inclusão a áreas como deficiência e neurodivergência. No seu conjunto, esta dissertação contribui para o conhecimento sobre injustiça estética, oferecendo recomendações práticas para integrar a aparência nas futuras estratégias de DEI.
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Keywords
Aesthetic injustice Beauty premium Diversidade equidade e inclusão (DEI) Diversity equity and inclusion (DEI) Fashion industry Indústria da moda Injustiça estética Organizational practices Práticas organizacionais Prémio da beleza
Pedagogical Context
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