Perante a situação atual no mundo islâmico, a onda de atentados e a crise planetária dos refugiados, cabe interrogar a história sem preconceitos para evitar análises simplistas ou “essencialistas” e o fomento do confronto entre povos, religiões e culturas. Percorrendo e comparando algumas épocas de convívio e intercâmbio cultural envolvendo cristãos e muçulmanos – e judeus também – na Península Ibérica e no Médio Oriente, pretende-se medir o grau e alcance daquelas trocas historicamente documentadas.