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- O dever de lançamento de OPA e a sua derrogação em casa do fusãoPublication . André, Beatriz Gomes Gomes Gil; Pereira, Jorge Manuel BritoA presente dissertação tem por base o estudo da derrogação do dever de lançamento da OPA em caso de fusão de sociedades. Assim, começamos por analisar o instituto da OPA e, de seguida, procede-se à análise do instituto da fusão. Por fim, propomo-nos a analisar e a refletir sobre a adequação e admissibilidade da derrogação do dever de lançamento da OPA em curso por força da fusão de sociedades, tentando compreender se, com a verificação desta derrogação, os interesses dos acionistas minoritários se encontram tutelados ou, se, na verdade, não era sequer esse o objetivo do legislador com a consagração de tal derrogação.
- Sobredotação e comportamento disruptivo em contexto familiarPublication . Freitas, Ana Isabel Costa; Ribeiro, Luísa Jacinta Feio Antunes; Fernandes, Ana Márcia Vaz SerraEste estudo integra o projeto de investigação, intitulado “Giftedness and the social and emotional well-being of the gifted” e tem como principal objetivo analisar a relação entre a sobredotação e o comportamento disruptivo em contexto familiar, comparando-se um grupo de crianças sobredotadas com um grupo de crianças não sobredotadas. Foi aplicado um inquérito por questionário online a 41 pais, que continha questões sociodemográficas e a versão reduzida da Escala de Conners. A Escala de Conners aplicada a pais é um instrumento que avalia diversos comportamentos da criança, e que se subdivide em quatro subescalas: comportamentos de oposição (ECO), problemas cognitivos e de desatenção (EPCD), comportamentos associados ao excesso de atividade motora (EEAM) e comportamentos associados à Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (IDAH). Relativamente ao tratamento de dados, recorreu se ao Programa Estatístico para Ciências Sociais (IBM SPSS) para comparar o grupo de crianças sobredotadas com o grupo de crianças não sobredotadas, relativamente a comportamentos disruptivos em contexto familiar, tendo-se também em conta as variáveis sociodemográficas dos progenitores e das crianças pertencentes ao estudo. Para tal, utilizou-se o score total da Escala de Conners (TEC), bem como as suas subescalas ECO, EPCD, EEAM e IDAH. Os principais resultados rejeitam a existência diferenças significativas ao nível do comportamento disruptivo global entre o grupo de crianças sobredotadas e o grupo de crianças não sobredotadas. No entanto, verificou-se que quanto mais velha a criança, ou quanto mais avançada se encontra na sua progressão escolar, menor a recorrência de comportamentos associados à EEAM. Não se encontraram diferenças significativas em relação às restantes subescalas. Por fim, salienta-se uma predominância do sexo masculino no grupo de sobredotados acontecendo o inverso com o grupo de crianças não sobredotadas. Para estudos futuros seria relevante a aplicação de entrevistas semiestruturadas às crianças pertencentes ao estudo e aos respetivos encarregados de educação fornecendo uma abordagem mais individualizada na compreensão do comportamento disruptivo infantil.
