Percorrer por data de Publicação, começado por "2024-04-22"
A mostrar 1 - 2 de 2
Resultados por página
Opções de ordenação
- Understanding the role of IKEA Portugal’s brand values in shaping the purchase decisions of millennial consumersPublication . Brandão, Nuno Goulart; Côrte, BárbaraThis article delves into the considerable influence of generation Y, or millennials, on purchase behaviour and brand interactions. Their focus on creating a better world, combined with their status as digital natives, has spurred changes in e-commerce and corporate practices. This generation prioritises environmental and social concerns, compelling companies to adopt honesty and transparency in their products, processes, and values. Millennials are inclined to support brands that demonstrate social responsibility, sustainability, and ethical practices. Consequently, brand values have become pivotal, shaping consumer perceptions and behaviours. These values reflect the beliefs and principles a brand embodies, significantly impacting consumer perceptions and behaviours toward it. The study aims to investigate how IKEA’s brand values influence the purchase decisions of Portuguese millennial consumers. A questionnaire survey was conducted, employing a quantitative methodology, yielding 402 responses from IKEA consumers. The primary findings reveal that IKEA Portugal’s values notably influence the purchase decisions of millennial consumers, particularly those related to value for money, sustainability, social responsibility, and community support.
- Pandemia, ensino remoto e equidade : análise exploratória dos impactos nas aprendizagensPublication . Araújo, Margarida Natália Santos Pires; Mesquita, Diana Isabel AraújoNa fase pós-pandemia, é fundamental analisar as implicações do ensino remoto de emergência nas aprendizagens dos alunos, à luz do pressuposto de que “não há nada de novo, mas tudo mudou” (Nóvoa, 2022, p.1). Este estudo tem como objetivo identificar, analisar e compreender as práticas implementadas pelos atores educativos (diretores, professores e alunos) no período antes, durante e após a pandemia. Para tal, procurámos identificar as implicações ao nível do paradigma tecnológico, organizacional, cultural e pedagógico-didático do período adaptativo, face ao qual, os intervenientes no processo devem adotar uma linguagem proativa, que crie oportunidades de aprendizagem através de um incentivo à colaboração e desenvolvimento de competências, atitudes e resiliência, que promovam uma conexão e afirmação cultural, uma maior flexibilidade de organização do trabalho ajustando um equilíbrio entre os funções escolares, colaboração profissional e apoio social através de exploração de parcerias, ampliando a disponibilidade de oportunidades de ensino online. Seguindo um processo, norteado por diferentes abordagens flexíveis de aprendizagem, torna-se mais fácil garantir um serviço de continuidade pedagógica sustentado em plataformas tecnológicas e metodologias ativas de aprendizagem. Pretendemos compreender como as escolas se organizaram, à luz das perspetivas e teorias defendidas por estudiosos como: (Moreira & Schlemmer, 2020); Figueiredo (2022); (Alves, 2020a); (Alves & Cabral, 2021); (Nóvoa & Alvim, 2021a) com recurso à incorporação cultural de tecnologias nas práticas curriculares, concretamente, na forma como se operacionalizaram as práticas e medidas de intervenção ao incentivo à criação de ambientes promotores de aprendizagem, criação de redes colaborativas e processos sustentados por lógicas da ação bottom-up na procura de fragilidades que requerem a implementação de novos modelos educativos concertados numa articulação curricular transversal, considerando os desafios que a pandemia colocou aos planos organizacionais, culturais e modos de interação, nomeadamente na forma como se irão repercutir e instrumentalizar as dimensões de mediação pedagógico-didática relativamente ao desenvolvimento das aprendizagens, nos anos mais próximos. O trabalho de pesquisa é realizado em três contextos de escolas públicas de Portugal, especificamente focado no 2º Ciclo do Ensino Básico. Trata-se, de um estudo de caso múltiplo, de natureza instrumental, assente no paradigma interpretativo e cuja relevância permite obter resultados pertinentes para a tomada de decisão sobre políticas educativas. A investigação teve como participantes diretores de agrupamentos de escolas com características inovadoras, professores e alunos selecionados por conveniência. Os dados foram coletados durante os anos de 2022 e 2023, através de entrevistas semiestruturadas, grupos de discussão focalizada a professores e alunos, observação direta, análise documental e inquérito por questionário. Os dados foram analisados e discutidos à luz das transformações tecnológicas, organizacionais, culturais e didático-pedagógicas, identificadas por Figueiredo (2022). Os resultados obtidos apontam para múltiplos desafios resultantes da disruptiva implementação do ensino remoto, falta de formação e consequente falta de proficiência digital, tanto dos professores, como dos alunos. Numa perspetiva cultural, os desafios prenderam-se com uma ausência de colaboração e partilha entre professores, assim como a idade avançada do corpo docente que se revelou resistente à adoção das práticas tecnológicas. A ausência destes requisitos comprometeu as práticas educativas e as aprendizagens dos alunos. Com vista à recuperação das aprendizagens e procurando garantir que ninguém fica para trás, foi aprovado o Plano 21|23 Escola+, o qual apresenta um conjunto de medidas que se alicerçam nas políticas educativas que prevê uma mudança cultural de modelos e perspetivas inovadoras para uma escola do século XXI (Carvalho et al., 2021).
