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- Comprendere per accompagnare : i divorziati risposati e il problema dell'accesso ai sacramenti : dalla Familiaris consortio all'Amoris LaetitiaPublication . Catalano, Gaetano; Trigo, Jerónimo dos SantosIn una società in continuo cambiamento, la crisi dei valori, intesi come punti di riferimenti, è un fenomeno oramai tangibile a vari livelli. Questa crisi tocca di una forma o di un'altra, tutte le dimensioni della vita dell’uomo. Ed è in questa situazione che s’inquadra anche la grande sofferenza che sta vivendo la Famiglia e il Matrimonio, e da dove deriva l’impressionante «emorragia» di separazioni. Davanti alla terribile ferita del divorzio, la Chiesa si è trovata a dovere affrontare la complicata questione dei fedeli che, dopo il fallimento del proprio matrimonio, decidono per una nuova unione. Instaurando così un legame che si pone in contrasto con quello che è il significato del Matrimonio sacramentale. Le conseguenze di questa realtà sono per un lato, una limitazione alla partecipazione della vita ecclesiale, e per altro lato la impossibilita dell’accesso ai sacramenti della Riconciliazione e dell´Eucarestia. Queste situazioni che un tempo erano numericamente marginali, oggi sono un fenomeno diffuso anche tra i cattolici. La Chiesa si è trovata a porsi la domanda di come poter aiutare questi fedeli. Come rispondere alle differenti richieste di comprensione e aiuto davanti alla sofferenza che vivono nell’aspetto comunitario, come in quello sacramentale. La Chiesa non sorda a questi appelli ha concentrato le sue riflessioni e indicazioni in due documenti: la Familiaris Consortio, e dopo un trentennio, l’Amoris Laetitia. Obiettivo di questo nostro lavoro sarà, tentare di capire, come questi due documenti provano a dare una risposta al difficile problema dei divorziati risposati e la possibilità di ricevere i sacramenti. Proveremo anche a intendere quali sono i fattori comuni, come quelli differenti, tra le due Esortazioni Apostoliche.
- Autonomia e lideranças intermédias : relevância das estruturas intermédiasPublication . Bastos, Sónia Alexandra Mendes Portela; Estêvão, Carlos Alberto VilarInserida num mundo em evolução, a escola passou, ela própria, ao longo dos últimos anos, por um conjunto de transformações fundamentais. Criou raízes locais e abriu-se à participação dos que a rodeavam, constituindo uma comunidade educativa dotada de um projeto próprio, documento agregador, simultaneamente, símbolo e alicerce da autonomia. Como vivemos numa época marcada pela globalização e pela mundialização dos problemas, onde a tecnologia e o conhecimento experimentam um grande desenvolvimento, de dia para dia, as lideranças são chamadas a acompanhar todas estas mudanças. É nestas circunstâncias que os líderes desempenham um papel de destaque nas organizações, onde têm de tomar decisões estratégicas e, ao mesmo tempo, ter a capacidade de motivar todos os agentes que colaboram com a organização. Reveste-se, assim, de particular importância a liderança e as características específicas que esta assume, no contexto escolar, designadamente o facto de se tratar de uma liderança democrática, aberta, flexível. Neste ambiente, salienta-se a importância dos cargos de gestão intermédia, cujos detentores, por se encontrarem ao leme de grupos de trabalho, se apresentam numa situação privilegiada para agirem como verdadeiros líderes, promotores da mudança. A gestão de pessoas, cada vez mais, tem aumentado sua parcela de contribuição para que os objetivos organizacionais sejam atingidos. Desta forma, os líderes possuem um grande papel dentro das organizações, pois são eles os responsáveis por gerir os principais recursos, que são as pessoas. Todas estas novas exigências e desafios com que os professores se foram vendo sistematicamente confrontados, determinaram a necessidade de aquisição de novas competências. Refletindo acerca de todas estas linhas evolutivas do universo escolar, particularmente desta reconceptualização da supervisão e da importância dos cargos de gestão intermédia, decidimos concentrar-nos exatamente nesse binómio: gestão escolar e gestão intermédia, analisando em particular o caso do presidente do conselho geral/ comunidade educativa e dos coordenadores de departamento curricular.
