Browsing by Issue Date, starting with "2016-11-16"
Now showing 1 - 6 of 6
Results Per Page
Sort Options
- Phishing e pharming (duas modalidades de fraude informática) : responsabilidade obrigacional do bancoPublication . Cardoso, Ana Rita Arsénio; Tomé, Maria João Romão Carreiro Vaz
- O combate à corrupção nos procedimentos de contratação pública : uma visão sobre a estratégia adotada na União EuropeiaPublication . Silva, João Filipe Santiago da; Carvalho, Raquel Maria Resende Duarte de
- Adaptação cultural e validação para a população portuguesa de um instrumento de monitorização de feridas crónicas : escala Resvech 2.0Publication . Marques, José Miguel Nunes Duarte; Sá, Luís Octávio de; Alves, Paulo Jorge PereiraDa literatura sobre monitorização da cicatrização de feridas crónicas demonstra que a única escala validada para Portugal é a PUSH-PT. A evidência demonstra a necessidade de um instrumento que seja simultaneamente fácil de aplicar mas mais completo, pelo que a adaptação e validação para a população portuguesa do instrumento RESVECH 2.0 – escala de monitorização de feridas crónicas tornou-se o objetivo deste estudo, pretendendo-se estimar as propriedades psicométricas do mesmo, nomeadamente consistência interna, validade coincidente e sensibilidade. Com recurso a metodologia quantitativa desenhou-se uma investigação observacional de carácter prospectivo e de provas repetidas, tendo sido cumpridas todas as etapas e pressupostos de tradução e adaptação cultural de instrumentos de medida, sendo que para dissipar algumas das dúvidas levantadas e por forma a imprimir melhorias na compreensibilidade e clareza linguística/científica da escala, se constituiu um Focus Group com 15 peritos. Após construção da versão final do instrumento e sua retroversão, os autores da escala original avaliaram a equivalência conceptual, semântica e cultural. O trabalho de campo decorreu nos meses de Março a Julho de 2015 e as monitorizações aconteceram em 5 momentos distintos: avaliação inicial, às 2 - 4 - 6 e 8 semanas de evolução, num total 57 feridas crónicas. Os indivíduos com ferida apresentavam uma mediana de 80 anos, maioritariamente do género feminino (63,64%). Em relação à etiologia de ferida: maioritariamente úlcera de pressão (74%), 16% úlceras de perna e 10% pé diabético. Cerca de 75% das lesões apresentava tecido necrótico ou fibrinoso, mais de metade denotava bordos lesados ou espessados e em 31,58% visualizavam-se 5 ou mais sinais de inflamação local. Os resultados do estudo de confiabilidade permitiram concluir que a versão portuguesa da escala RESVECH 2.0-PT apresenta boa consistência interna, com α de Cronbach de 0,786 no início do estudo, que aumentou ao longo do mesmo. Foram também observadas associações dos itens que a compõem com o score total, tornando-se mais fortes ao longo do estudo. A validade de critério foi avaliada por meio de uma validação coincidente, aplicando em simultâneo a escala PUSH-PT nos mesmos participantes. O estudo da sensibilidade à mudança foi efectuado em função de modificações registadas nas feridas da amostra. Assim, decidiu-se estudar as mudanças ocorridas em função em função da cicatrização final das lesões (n=12). Verificou-se que o instrumento discriminou entre as feridas que cicatrizam e as que não cicatrizam, bem entre as feridas do primeiro e quarto quartis, com significância estatística (p<0,001).
- A admissibilidade do controlo electrónico pelo empregador e o respectivo procedimento : acesso à internet e ao e-mailPublication . Martins, Paula Raquel de Almeida Reis; Xavier, Bernardo da Gama Lobo; Vasconcelos, Joana
- Política agrícola comum : 50 anos a semear uma agricultura europeia equilibrada a nível social, territorial e ambiental para o século XXIPublication . Barata, José Manuel Antunes de Almeida; Ribeiro, SóniaIniciámos o presente trabalho referindo a evolução e a importância da agricultura, o seu papel único e insubstituível nas sociedades ao longo dos séculos, assim como sublinhamos a relevância da política de apoio ao desenvolvimento e da política agrícola comum, no âmbito da UE, designadamente no apoio aos países em desenvolvimento e na proteção dos agricultores europeus no mercado mundial. Tivemos como objetivo analisar o modelo teórico da Política Agrícola Comum, designadamente através de uma abordagem pelas suas origens, os seus objetivos, assim como pelos seus princípios fundamentais, incluindo neste âmbito uma breve avaliação das repercussões da aplicação desta política durante os seus primeiros anos de vida. Procurámos analisar a forma como a PAC evoluiu, quais os fundamentos estratégicos que suportaram o seu longo processo de reformas, iniciado em 1992 até à sua mais recente reforma para o período 2014 – 2020, identificando as suas principais potencialidades, tal como os seus constrangimentos de maior relevo, em particular a procura de respostas para os desafios da atualidade, como a globalização, as alterações climáticas e o tão desejado desenvolvimento sustentável. Em contexto de análise, interpretámos ainda um balanço de 30 anos da integração da agricultura portuguesa na PAC, fundamentando a evolução desta através da apresentação de dados e sinais de maior relevância verificados na viragem do comportamento económico do Complexo Agroflorestal (CAF), conseguidos nas últimas décadas. Por último, terminámos este trabalho com a apresentação das conclusões conseguidas, pensando que as mesmas poderão oferecer um modesto contributo para a reflexão sobre as questões em análise, designadamente a Política Agrícola Comum e a integração da agricultura portuguesa na mesma.
- Enfermagem comunitária avançada : um modelo de empoderamento comunitárioPublication . Melo, Pedro Miguel de Almeida; Figueiredo, Maria Henriqueta de Jesus SilvaProblemática| A Enfermagem Comunitária, enquanto domínio avançado da Enfermagem pressupõe uma abordagem da comunidade como cliente dos Enfermeiros por forma a ter ganhos em saúde alicerçados no empoderamento comunitário, como processo e como resultado. Utilizámos como referencial o Modelo de Empoderamento Comunitário proposto por Laverack, que propõe um contínuo de dimensões que permitem de forma estruturada capacitar as comunidades. Apesar dos padrões de qualidade dos cuidados e das competências dos Enfermeiros que em Portugal se enquadram na Enfermagem Comunitária enquanto domínio avançado de intervenção, indicarem a Comunidade como cliente dos Enfermeiros, a evidência aponta para uma prática dos enfermeiros na comunidade ainda centrada nos indivíduos e famílias ou grupos. Identificámos ainda a inexistência de um referencial teórico em Enfermagem, orientador de uma práxis centrada na comunidade como cliente. Objetivos| Com a finalidade de contribuir para a melhoria dos cuidados de Enfermagem Comunitária às comunidades enquanto clientes dos Enfermeiros, o nosso estudo teve como objetivo geral desenvolver um Modelo de Empoderamento Comunitário que sustente a tomada de decisão para uma Enfermagem Comunitária Avançada, centrada na comunidade como cliente dos cuidados dos Enfermeiros, operacionalizado através de objetivos específicos relacionados com a identificação das áreas de atenção, diagnósticos, intervenções e resultados de ganhos em saúde assentes no modelo de empoderamento comunitário. Material e Métodos| O estudo foi realizado sob um paradigma construtivista, através de uma triangulação de métodos que incluiu Grupos Focais, com Enfermeiros Especialistas em Enfermagem Comunitária e um Estudo Delphi com a população de Enfermeiros Especialistas em Enfermagem Comunitária e de Saúde Pública em Portugal. Resultados| Foi possível identificar uma matriz orientadora da tomada de decisão clínica avançada em Enfermagem Comunitária, permitindo integrar áreas de atenção, diagnósticos e critérios diagnósticos, intervenções e resultados promotores do Empoderamento Comunitário, enquanto processo e resultado. Conclusões| Concluímos que a Enfermagem Comunitária, enquanto área avançada de decisão clínica, tem um campo específico de decisão clínica promotor da saúde das comunidades, alicerçada no empoderamento comunitário. Identificámos um processo que nos parece potenciador de uma rentabilização dos projetos de intervenção comunitária, quando focados na comunidade como cliente e alicerçados na promoção de uma gestão comunitária eficaz.