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Machinima artivista como crítica social: o caso de City Art - Mimo e a Cidade

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“City Art – Mimo e a Cidade” é um projeto de machinima que utiliza o motor de Grand Theft Auto V para explorar a condição do artista na sociedade contemporânea, adotando uma abordagem a/r/tográfica que integra prática artística, pesquisa teórica e crítica social. A narrativa simbólica de Mimo, um personagem marginalizado que transita entre a pureza criativa de uma ilha e a hostilidade de uma cidade hipercapitalista, critica a incomunicabilidade da arte autêntica em ecossistemas urbanos consumistas. Inspirado por Baudrillard (hiper-realidade), Bauman (modernidade líquida) e Debord (sociedade do espetáculo), o projeto transforma limitações técnicas do jogo (e.g., comportamentos de NPC, física irrealista) em metáforas visuais de alienação e resistência. A metodologia envolveu conceptualização narrativa, experimentação técnica com game assets, produção audiovisual e análise reflexiva via Diário Digital de Bordo. O machinima subverte a sátira violenta de GTA V, propondo um ativismo lúdico que humaniza o digital. Contribuindo para os campos de Digital Art Cultures e Media Art History, o projeto destaca o potencial do machinima como ferramenta de crítica social, desafiando a marginalização do artista e promovendo reflexões sobre autenticidade e vulnerabilidade na sociedade contemporânea.

Descrição

Palavras-chave

Contexto Educativo

Citação

Lima, M. C., Tavares, M. N., & Teixeira, L. (2025). Machinima artivista como crítica social: o caso de City Art - Mimo e a Cidade. 47-47. Abstract from ARTECH 2025 - 12th International Conference on Digital and Interactive Arts., Braga, Portugal.

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