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This paper analyses what the determinants of firm formality are and the impact of that
formality on firm productivity and paid wages. Using a matched firm-entrepreneur
dataset for two North African countries, we conclude that firm size and age as well as
the age and education of the entrepreneur have a significant and positive impact on the
likelihood of firm formality. In opposite direction, firms with a seasonal activity or with
a single plant are more likely to be informal. We also provide empirical evidence
supporting the view that, ceteris paribus, formal firms have a better performance. We
use the OLS estimate to show that formal firms have a higher productivity in Egypt and
in Morocco, 10% and 34% respectively. These results are robust to instrument possible
endogenous variables, such as the firm registration and the number of workers. Lastly,
the evidence dealt with is not conclusive enough to support the idea that formal firms
pay a premium to their workers in comparison to the wages paid by their counterparts in
the informal sector.
Este paper analisa quais são os determinantes de formalidade entre empresas, bem como o impacto da formalidade na produtividade e salários pagos pela empresa. Usando uma base de dados empresa-empreendedor para dois países Norte-Africanos concluímos que o tamanho e a idade da empresa, bem como a idade e o nível de escolaridade do empreendedor têm um impacto positivo significante na probabilidade da empresa ser formal. Em sentido oposto, empresas cuja actividade é apenas sazonal, ou que possuem apenas uma fábrica, são mais prováveis de serem informais. Encontramos, ainda, evidência empírica que suporta a teoria de que as empresas formais, ceteris paribus, têm uma melhor performance. Estimamos por OLS que as empresas formais têm uma produtividade maior no Egipto e em Marrocos: 10% e 34%, respectivamente. Estes resultados são robustos à instrumentalização das variáveis potencialmente endógenas, tais como o registo das empresas e o número de trabalhadores. Por fim, não encontramos evidência estrita ou contundente que suporte a ideia de que as empresas formais paguem, ceteris paribus, salários superiores às empresas do sector informal.
Este paper analisa quais são os determinantes de formalidade entre empresas, bem como o impacto da formalidade na produtividade e salários pagos pela empresa. Usando uma base de dados empresa-empreendedor para dois países Norte-Africanos concluímos que o tamanho e a idade da empresa, bem como a idade e o nível de escolaridade do empreendedor têm um impacto positivo significante na probabilidade da empresa ser formal. Em sentido oposto, empresas cuja actividade é apenas sazonal, ou que possuem apenas uma fábrica, são mais prováveis de serem informais. Encontramos, ainda, evidência empírica que suporta a teoria de que as empresas formais, ceteris paribus, têm uma melhor performance. Estimamos por OLS que as empresas formais têm uma produtividade maior no Egipto e em Marrocos: 10% e 34%, respectivamente. Estes resultados são robustos à instrumentalização das variáveis potencialmente endógenas, tais como o registo das empresas e o número de trabalhadores. Por fim, não encontramos evidência estrita ou contundente que suporte a ideia de que as empresas formais paguem, ceteris paribus, salários superiores às empresas do sector informal.
