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Determinants of bank failures in a deregulated context : evidence from the Portuguese banking sector in the 19th century

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This dissertation investigates the determinants of bank failures in the absence of comprehensive regulatory policies and of supervision in the banking sector. These features trigger the incorporation of new banks, contributing to an increasingly competitive environment. The fintech landscape still lacks regulation and it is increasingly composed by more players, which are gaining a foothold in the banking sector by offering more sophisticated and customized products and services than conventional banks. Since this new fintech era shares those peculiarities with the 19th century Portuguese banking sector, the latter was considered as an ideal and “clean” laboratory to study bank failures. This prevents the emergence of potential puzzling effects given that the banking sector in Portugal was relatively new and simple. In this sense, it was built a new dataset comprising the Portuguese banks’ accounts between 1858 and 1887 to evaluate the bankruptcies and survivals of banks after the 1876 crisis. This thesis shows that the age of a bank is critical to survive a crisis following a period of deregulation which led to the increase of the number of banks operating. Further analysis indicates that having a low level of capital and providing unbalanced amounts of credit, significantly higher than deposits, are also determinant to bank failures.
Esta dissertação investiga os factores responsáveis pela falência de instituições bancárias na ausência de políticas regulatórias e de supervisão no sector bancário. Estas características desencadeiam a criação de novos bancos, contribuindo para o aumento de competitividade neste sector. O panorama de fintech ainda não é suficientemente regulado e é constituído por cada vez mais empresas que estão a conquistar uma posição importante no sector bancário por oferecerem produtos e serviços mais sofisticados e personalizáveis que a banca convencional. Uma vez que esta nova era de fintech partilha as peculiaridades descritas previamente com a banca portuguesa na segunda metade do século XIX, esta foi considerada como o contexto ideal para estudar a falência de bancos. Isto previne o aparecimento de efeitos potencialmente confusos visto que o sector bancário português era relativamente recente e simples. Neste sentido, foi constituída uma nova base de dados composta pelas contas dos bancos em actividade em Portugal entre 1858 e 1887 para avaliar os bancos que faliram e sobreviveram após a crise de 1876. Esta tese evidencia que a idade de um banco é crítica para sobreviver a uma crise no seguimento de um período de desregulação que provoca o aumento do número de bancos em operação. Para além disso, uma análise mais profunda indica que apresentar um nível reduzido de capital e conceder valores desequilibrados de crédito, consideravelmente superiores ao valor de depósitos, são factores determinantes para a falência de bancos.

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Bank failures Banking deregulation Bank runs Banking crisis Financial crisis Falências bancárias Desregulação bancária Corridas bancárias Crise bancária Crise financeira

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